Os Estados Unidos confirmaram a morte de três militares após um ataque do Irã ao porta-aviões USS Abraham Lincoln, no Golfo Pérsico. O confronto entre Irã e EUA e Israel se intensificou, com as primeiras baixas sendo relatadas desde o início da ofensiva. Segundo informações do Pentágono, cinco militares norte-americanos ficaram gravemente feridos no incidente. Esta é a primeira vez que mortes são registradas desde o início da escalada militar.
O Irã lançou quatro mísseis contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, que faz parte da frota dos Estados Unidos. Apesar disso, o Exército dos EUA afirmou que os projéteis não atingiram a embarcação. Além disso, o Irã alega ter atingido dois petroleiros no Estreito de Hormuz, enquanto os EUA declararam ter afundado um navio iraniano durante as operações.
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) confirmou que os ataques retaliatórios contra bases norte-americanas resultaram em 200 baixas entre mortos e feridos. O general da Guarda Revolucionária Islâmica, Ebrahim Jabbari, fez um alerta direto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que o Irã está preparado para um conflito prolongado e possui capacidades avançadas.
Os ataques do Irã também tiveram como alvo diversas instalações militares dos Estados Unidos na região, incluindo bases aéreas em países como Catar, Jordânia e Kuwait, além de aproximadamente 35 mísseis lançados contra Israel. A escalada ocorre após uma operação preventiva de Israel e dos EUA contra alvos militares e nucleares iranianos, com o apoio da Casa Branca.
Esta não é a primeira vez que Israel e Irã se confrontam militarmente, com a última grande campanha ocorrendo em junho de 2025, resultando na morte de altos comandantes e cientistas ligados ao programa nuclear do Irã. O presidente Donald Trump e autoridades israelenses citaram o fracasso da diplomacia nuclear como um dos fatores que levaram à ação militar. A região do Oriente Médio enfrenta um cenário de crescente tensão e confronto entre os Estados Unidos, Israel e Irã.




