A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um grupo suspeito de cometer estupro coletivo em Copacabana, procurando determinar se há outras vítimas além da adolescente de 17 anos. O delegado Ângelo Lages, em entrevista ao CBN Rio, revela que a vítima tinha lesões visíveis e sangrava ao chegar à delegacia, descrevendo os acontecimentos como ‘momentos de terror que ela viveu no quarto’. Durante o depoimento, a jovem detalhou a conduta de cada agressor no crime. Lages afirma que o relato da vítima chocou a equipe, ressaltando a emboscada planejada e a clareza do estupro. Ele destaca que a adolescente esperava um encontro romântico, mas foi surpreendida por uma cena de terror no apartamento invadido. A questão do consentimento foi crucial para a caracterização do estupro, já que ela declarou explicitamente sua recusa. Além da agressão sexual, a vítima sofreu violência psicológica e física, chegando à delegacia ensanguentada. Todos os acusados, de classe média ou alta, estão foragidos, levando a crer que outras vítimas possam existir.




