Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal em uma nova fase da operação relacionada ao Banco Master, onde ele é o dono. O banqueiro encontra-se na Superintendência da PF em São Paulo, em decorrência de uma investigação que aponta um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo a venda de títulos de crédito falsos.
A prisão de Daniel Vorcaro ocorreu durante a terceira fase da Operação Compliance Zero, cujo objetivo é investigar possíveis crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos praticados por uma organização criminosa. O esquema financeiro identificado envolve a comercialização de títulos de crédito irregulares pelo Banco Master, sendo a nomenclatura da operação uma alusão à ausência de controles internos nas instituições participantes para prevenir atividades fraudulentas, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.
Juntamente com Daniel Vorcaro, seu cunhado Fabiano Zettel também é alvo de um mandado de prisão, porém até o momento não foi localizado pelas autoridades. Além deles, há outros dois mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão, emitidos pelo Supremo Tribunal Federal, abrangendo São Paulo e Minas Gerais. O Banco Central do Brasil prestou apoio nas investigações, que resultaram em medidas como afastamento de cargos públicos, sequestro e bloqueio de bens no valor de até R$ 22 bilhões, visando interromper a movimentação de ativos ligados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente ligados às atividades ilícitas em questão.
O mandado de prisão preventiva contra Daniel Vorcaro foi cumprido, levando-o para a Superintendência da PF na capital paulista. As ações realizadas no âmbito da Operação Compliance Zero buscam coibir irregularidades como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, alegadamente praticadas por uma organização criminosa. O escopo da investigação engloba a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master, com vistas a coibir práticas ilícitas no setor financeiro.
Em meio às investigações, houve a determinação de afastamento de cargos públicos, assim como o sequestro e bloqueio de bens em até R$ 22 bilhões, visando interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente associados às condutas ilícitas em apuração. A investigação conta com o respaldo do Banco Central do Brasil e também abrange medidas como 15 ordens de busca e apreensão. A reportagem encontra-se em atualização para fornecer novas informações sobre o desdobramento desse caso.




