O ator Wagner Moura esteve no programa Jimmy Kimmel Live, da ABC, para promover ‘O Agente Secreto’. Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o filme recebeu 4 indicações ao Oscar. A premiação será em Los Angeles, em março.
Na entrevista, Moura brincou sobre seu possível discurso de agradecimento. Ele mencionou a prisão do ‘nosso Trump’, referindo-se a Bolsonaro. O ator descreveu Bolsonaro como ‘o Trump brasileiro’ e destacou que a sensação de vê-lo preso é positiva.
Moura e Kimmel também abordaram a relação de Trump com ameaças tarifárias ao Brasil. O ator falou sobre as dificuldades de lançar ‘Marighella’ durante o governo Bolsonaro, citando a presença ainda forte da ditadura militar no país.
Comentando sobre a democracia nos EUA, Moura criticou a violência policial em Minneapolis. Ele questionou a postura do país que liderou a luta pelos direitos civis. O ator destacou que a eleição de Bolsonaro reflete os ecos da ditadura militar no Brasil.
Na entrevista, Moura e Kimmel discutiram a reação de Trump ao ex-presidente, além das dificuldades enfrentadas pelo ator. Lembrou-se também da relevância do filme ‘O Agente Secreto’, explorando a perplexidade com Bolsonaro e seu governo.
As falas de Moura sobre Bolsonaro e Trump chamaram a atenção e geraram aplausos da plateia. O ator ressaltou que o Brasil ainda lida com consequências da ditadura e destacou a importância de discutir essas questões na sociedade.
Além disso, a entrevista abordou o contexto político brasileiro e americano, ressaltando as complexidades das relações entre os países. Moura aproveitou para analisar o cenário político atual e convidar à reflexão sobre os desafios da democracia.
Em um momento marcante, Moura definiu Bolsonaro como ‘o Trump brasileiro’, levando a uma reflexão sobre os paralelos entre os dois presidentes e os impactos de suas gestões. O ator destacou ainda a importância de debater questões políticas e sociais na atualidade.




