Enquanto isso, Nelson de Sá conta que o presidente da China mandou uma mensagem de neutralidade ao mundo, ao privilegiar o orçamento diplomático sobre o militar no país.
E, entre bombardeios e mentiras de guerra, o colunista de literatura Rodrigo Casarin relata como livros ajudam a lembrar que, sim, o Irã é feito de gente — e também como eles servem como forma de resistir à estupidez.
Lúcia Guimarães: Ataque ao Irã é condenado pela maioria dos americanos
Nelson de Sá: China envia mensagem ao privilegiar orçamento diplomático sobre militar
Rodrigo Casarin: Contra o desprezo: livros lembram que também há gente sonhando no Irã
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