Dois homens, de 23 e 20 anos, ficaram feridos após serem agredidos na madrugada deste sábado (7) na Praça Wilson Moreira da Costa, na Zona Oeste de São Paulo.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, guardas civis foram acionados para atender a ocorrência. No local, as vítimas relataram que foram agredidas por um homem e uma mulher, ainda não identificados.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado e levou os dois feridos ao Hospital Universitário da Universidade de São Paulo.
O caso foi registrado como lesão corporal no 14º Distrito Policial de Pinheiros. As vítimas foram orientadas quanto ao prazo para representação criminal, necessário em crimes desse tipo de acordo com a legislação.
Reações iniciais
Segundo familiares, os jovens são o casal Davi e Guilherme e foram vítimas de um espancamento com motivação homofóbica. De acordo com o relato da família, eles estavam no mesmo ônibus que os agressores e desceram no mesmo ponto, nas proximidades da praça, na região do Rio Pequeno.
Ainda segundo os familiares, o homem e a mulher atacaram os jovens com pedradas e golpes direcionados principalmente à cabeça. Um deles sofreu fratura no nariz e danos na arcada dentária, enquanto o outro precisou levar diversos pontos na cabeça.
A família informou que o boletim de ocorrência foi registrado foi na delegacia de Pinheiros e que, após resistência inicial, conseguiu que o registro incluísse a motivação homofóbica.
Contexto aprofundado
Na manhã deste sábado, as vítimas passaram por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal de São Paulo, localizado próximo ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.
Familiares afirmam que possuem registros em vídeo do estado das vítimas logo após a agressão e que buscam a responsabilização dos autores.
Veja os vídeos que estão em alta no DE
Desfecho ou decisão
Apesar dos desafios enfrentados pelas vítimas, a família e os órgãos competentes estão empenhados em garantir que a justiça seja feita e que os agressores sejam responsabilizados por seus atos de violência e intolerância.
É fundamental que casos como esse sejam amplamente divulgados para conscientizar a população sobre a importância da diversidade e do respeito aos direitos humanos, independentemente da orientação sexual das pessoas.
Diante de situações de violência baseadas em preconceito, é necessário um esforço coletivo para combater tais comportamentos e promover uma sociedade mais inclusiva e acolhedora para todos os cidadãos.





