Advogada revela ações de empresas ligadas a Teló e Thaís Fersoza contra Doni nos EUA

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Advogada explica ações de empresas ligadas a Teló e Thaís Fersoza contra Doni nos EUA

A advogada Juliana Leite, que representa pessoas e empresas que investiram em negócios imobiliários do ex-goleiro da Seleção Brasileira, Doniéber Alexander Marangon, o Doni, nos Estados Unidos afirma que os clientes foram atraídos por uma relação de confiança com o empresário e por um cenário promissor de empreendimentos na Flórida.

Juliana, que ficou conhecida por participar da 4ª edição do Big Brother Brasil e é especialista em causas cíveis nos Estados Unidos, atuou em quatro processos contra a D32.

Os detalhes dos processos

Segundo a advogada, todas as ações tiveram ganho de causa na justiça americana e garantem uma devolução de aproximadamente US$ 1,5 milhão. Empresas ligadas ao cantor Michel Teló e à atriz Thaís Fersoza estão entre elas.

Acordos extrajudiciais e a recomendação da advogada

Juliana confirma que a D32 tentou estabelecer acordos extrajudiciais, como mencionado pelo próprio ex-goleiro, mas que eles não foram aceitos por não compensarem.

As declarações de Doni

Em nota, Doni informou que é sócio há mais de oito anos da incorporadora que atua na região central da Flórida.

Com forte ligação com Ribeirão Preto, onde iniciou no futebol, Doni jogou em grandes equipes como Corinthians, Roma e Liverpool, além de ter atuado na Seleção Brasileira.

As quebras de contrato nos EUA

Após 2013, virou empresário e um dos sócios da D32, que captou recursos para a construção de casas em condomínios no estado da Flórida.

Os processos contra a D32

Um levantamento mostra que são ao menos 29 processos ajuizados contra a D32, em sua maioria relacionados a quebras contratuais.

Em Miami-Dade, são mais 7 processos, entre eles ações ajuizadas por empresas gerenciadas por Michel Teló e Thaís Fersoza.

Segundo informações disponíveis nos processos, o cantor e a atriz assinaram empréstimos de US$ 450 mil com a promessa de devolução com um ganho baseado em uma taxa de juros anual de 15%, o que não ocorreu no prazo estabelecido.

Em recentes decisões, a justiça americana obrigou a D32 a pagar US$ 812 mil para as empresas ligadas ao sertanejo e à atriz. O valor, que continua sujeito a correções monetárias, leva em consideração taxas de juros e honorários advocatícios.

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