Passados quase três anos e meio do segundo turno das eleições de 2022, a maioria dos eleitores brasileiros permanece convicta do voto dado naquela ocasião, conforme nova pesquisa do Datafolha divulgada em março de 2026.
Lula (PT) e Bolsonaro (PL) protagonizaram uma disputa acirrada em 2022, onde o petista venceu por pequena margem. Atualmente, 90% dos entrevistados afirmam não se arrepender da escolha nas urnas, revela o estudo do Datafolha.
A pesquisa, que ouviu 2.004 brasileiros, mostrou que 89% dos eleitores de Lula e 91% dos eleitores de Bolsonaro mantêm a convicção em seus votos. O índice de 90% de eleitores satisfeitos permaneceu estável em relação à pesquisa anterior de dezembro.
Os dados demonstram uma tendência de estabilidade nas preferências políticas do eleitorado, algo que pode influenciar as eleições de 2026. Lula pretende concorrer à reeleição, enfrentando um possível embate com Flávio Bolsonaro (PL), um dos filhos de seu rival de 2022.
Refletindo a manutenção da polarização de 2022, a pesquisa do Datafolha revela que 90% dos eleitores brasileiros não se arrependem do voto para presidente. Para Lula e Bolsonaro, os números são parecidos, com 91% dos eleitores de Lula e 92% dos de Bolsonaro mantendo sua decisão.
O quadro de estabilidade das preferências dos eleitores sugere uma continuidade do cenário político observado em 2022. O baixo índice de arrependimento, igual entre eleitores de Lula e Bolsonaro, aponta para uma consolidação das escolhas feitas no último pleito presidencial.
A análise dos dados indica que os eleitores brasileiros mantêm sua decisão de voto do segundo turno de 2022, gerando impactos potenciais nas eleições futuras. Com a manutenção das preferências e baixo arrependimento, o cenário político se mantém marcado pela polarização observada na eleição anterior.
Diante da forte convicção dos eleitores em manter seus votos de 2022, as eleições de 2026 prometem refletir a estabilidade e polarização que marcou o último pleito. A disputa entre Lula e um dos filhos de Bolsonaro deve trazer à tona novamente a dinâmica política que dividiu o Brasil nos últimos anos.




