Homem é julgado por feminicídio em Taubaté: caso de Mariana da Costa Nascimento

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Luiz Felipe da Silva de Moura, de 32 anos, é acusado pela morte da
ex-companheira — Foto: Reprodução

O homem acusado de matar e enterrar a ex-companheira na zona rural de Taubaté (SP) será
julgado pelo Tribunal do Júri nesta terça-feira (10).

O julgamento está marcado para começar às 9h, no Fórum Criminal da cidade. O réu
é Luiz Felipe da Silva de Moura, de 32 anos, denunciado pelo Ministério Público
por feminicídio e ocultação de cadáver.

Familiares e amigos de Mariana devem acompanhar a sessão no fórum e planejam
fazer uma manifestação pedindo justiça.

Mariana foi encontrada morta em junho de 2025, após ser dada como desaparecida
pela família.

Imagens de câmeras de segurança ajudaram os investigadores a identificar o carro
de Luiz Felipe circulando na região. Policiais também encontraram pertences da
vítima, como o celular e uma bota, próximos a um rio.

O suspeito foi levado à delegacia e, segundo o boletim de ocorrência, confessou
inicialmente que matou Mariana e enterrou o corpo no terreno onde mora. Depois,
acompanhado por um advogado, mudou a versão e disse que apenas ocultou o cadáver
após encontrá-la morta.

Na denúncia, o Ministério Público afirma que Luiz Felipe matou Mariana por
esganadura quando os dois estavam sozinhos.

Segundo a promotoria, após provocar a morte da vítima, o acusado decidiu
enterrar o corpo para dificultar a investigação.

O MP também destacou que Mariana tinha uma medida protetiva contra o
ex-companheiro, porque ele não aceitava o fim do relacionamento e a perseguia.

Ex é preso após levar polícia até o corpo de jovem desaparecida em Taubaté

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Após ser preso, Luiz Felipe passou por audiência de custódia em 11 de junho de
2025, quando a Justiça decidiu manter a prisão.

No julgamento, são esperadas cinco testemunhas, incluindo o interrogatório do réu.

Este caso chocou a comunidade de Taubaté e levantou debates sobre a violência contra as mulheres.

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A tragédia de Mariana ecoou em toda a região do Vale do Paraíba, deixando marcas profundas na sociedade.

O feminicídio é uma realidade triste e preocupante que precisa ser combatida com urgência.

A violência doméstica e o descumprimento de medidas protetivas são questões graves que precisam de soluções efetivas.

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