Uma semana após realizar um procedimento estético com PMMA em Goiânia, a empresária Isabel faleceu em um hospital particular de Anápolis. A família relatou complicações e falta de assistência médica, o que levou o Cremego a investigar o caso.
Isabel fez a cirurgia nos glúteos em fevereiro deste ano no Instituto Longevidade. Após várias consultas por acumulação de líquido, o marido afirmou que houve negligência no atendimento à esposa.
O esposo relatou que Isabel apresentou complicações após o procedimento e, com o agravamento dos sintomas, foi levada a um hospital em Anápolis, onde veio a falecer. O empresário destacou a falta de cuidado prestado à esposa durante o tratamento.
A médica responsável pelo procedimento, Eline Corrêa Bandeira, está sob análise interna do local. O Cremego solicitou esclarecimentos à médica, que tem registro regular, mas sem especialização registrada pelo conselho.
“Estou muito abalado. Minha esposa era uma pessoa alegre, com a vida boa, divertida. Não precisava ter feito isso”, lamentou o marido de Isabel, enfatizando as complicações decorrentes do procedimento estético.
Em nota, o Instituto Longevidade lamentou a morte de Isabel e afirmou que a paciente recebeu assistência após o procedimento. A clínica mencionou as condições de saúde preexistentes da paciente como fatores para o desfecho trágico.
Amigos e familiares prestaram homenagens a Isabel, descrevendo-a como carinhosa e generosa. Nas redes sociais, destacaram seu caráter alegre e fervoroso. A investigação do caso está sob sigilo e em andamento pela 8ª Delegacia Distrital de Polícia de Goiânia.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) esclareceu que apura todas as denúncias relacionadas à conduta ética dos médicos. O Instituto Longevidade reforçou seu compromisso com a segurança e ética em todos os atendimentos.
A morte de Isabel após o procedimento estético em Goiânia tem gerado comoção nas redes sociais. Amigos e familiares recordam com carinho da empresária, destacando seu amor e alegria. O desfecho trágico do caso levanta questões sobre segurança em procedimentos estéticos e conduta médica.




