Jefes de Estado, autoridades internacionais e representantes diplomáticos começaram a chegar ao Chile para a posse de José Antonio Kast como novo presidente do país, marco do primeiro governo de extrema direita desde a redemocratização.
Entre os líderes presentes estão Javier Milei da Argentina, Daniel Noboa do Equador, Santiago Peña do Paraguai, entre outros. No entanto, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, cancelou sua participação de última hora, sendo representado por seu chanceler, Mauro Vieira.
O cancelamento ocorreu após Flávio Bolsonaro, senador de direita e rival político de Lula, anunciar sua ida ao Chile. Reuniões pré-posse ocorreram, incluindo encontros de Kast com autoridades estrangeiras como o rei Felipe VI da Espanha.
“Esperamos recuperar a institucionalidade para trazer mais paz e ordem aos chilenos, mostrando que o país tem grande potencial de crescimento”, afirmou Kast antes dos encontros.
Com 60 anos, Kast promete um governo de emergência focado em segurança, controle da imigração irregular e reativação econômica. A posse marca o fim do mandato do presidente progressista Gabriel Boric, com o início de uma mudança política no Chile.
O cenário político se movimenta com a posse de Kast, conhecido por suas visões ultraconservadoras. A ausência de Lula da Silva na cerimônia chilena reflete a dinâmica política em preparação para as eleições presidenciais de outubro no Brasil.
A anulação da viagem de Lula também suscitou questionamentos, vindos de diversas partes políticas. Enquanto isso, lideranças latino-americanas se preparam para a posse de Kast, representante da guinada à direita no Chile.
A chegada de Felipe VI ao Chile para a posse de Kast sublinha a importância do evento e reforça laços internacionais. O mundo observa atentamente a transição de poder e a nova fase política que se inicia no Chile.



