Três embarcações comerciais foram atingidas por projéteis no estreito de Ormuz, ampliando a escalada de incidentes marítimos na região, com o Irã reivindicando a autoria dos ataques. Desde o início das hostilidades, já são ao menos 14 navios impactados na região estratégica.
O estreito de Ormuz é uma rota vital para o transporte de petróleo, e a queda no tráfego de navios comerciais tem afetado o escoamento de grande parte da produção global de petróleo, pressionando os preços da commodity a níveis elevados.
Ataques diretos às embarcações
Um dos incidentes mais graves envolveu o cargueiro graneleiro Mayuree Naree, de bandeira tailandesa, atingido por dois projéteis que causaram incêndio e danos na casa de máquinas. Parte da tripulação foi evacuada, mas três tripulantes ainda estão desaparecidos após a explosão.
Militares iranianos reivindicam ataque
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que suas forças foram responsáveis pelo ataque ao Mayuree Naree, indicando um possível engajamento militar direto contra embarcações comerciais. Outros dois navios também foram atingidos por projéteis na região, com danos minoritários.
Preocupação global e posicionamento dos EUA
A escalada de ataques tem gerado preocupação na indústria global de navegação, com empresas solicitando escolta militar para cruzar o estreito de Ormuz. A Marinha dos Estados Unidos tem recusado pedidos de escolta, mas o presidente Donald Trump afirmou que o país está preparado para fornecer suporte naval quando necessário.




