A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou uma oscilação para cima, atingindo 43%, de acordo com a nova rodada da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (11).
O levantamento aponta um cenário de desafio para a gestão federal, com a aprovação positiva recuando para 31%.
Consideram a gestão regular 25%.
Em fevereiro, a classificação de ruim ou péssimo do atual governo era de 39%, ao passo que a positiva havia ficado em 33%.
Outros 26% afirmavam que o trabalho do presidente estava em um nível regular.
A diferença da avaliação negativa para a positiva dobrou desde o mês passado.
A margem era de 6 pontos percentuais; hoje já são 12.
A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais, de 6 a 9 de março, por meio de coleta domiciliar.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança, de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-05809/2026.
Para 47% dos entrevistados, o terceiro mandato de Lula está pior do que os dois primeiros governos do petista.
Esse percentual era de 42% em fevereiro.
Já 21% afirmam que o atual governo está melhor, enquanto 19% (que esperavam que fosse bom) acham que está igual, e 10% (que esperavam uma gestão negativa) também veem como igual.
Por essa ótica, o percentual de eleitores independentes que avaliam que o atual governo está pior subiu de 43% para 51%.
No indicador de aprovação do governo, 51% dizem desaprovar a gestão Lula, enquanto 44% aprovam.
A diferença passou de 4 pontos percentuais em fevereiro para 7 agora. Antes a desaprovação estava em 49%, e a aprovação, 45%.
Entre mulheres, a desaprovação chegou a 48%, com 46% de aprovação.
Já entre os católicos, a desaprovação ficou em 47%, enquanto 49% aprovam o governo.
Também subiu o percentual de pessoas que dizem ter visto mais notícias negativas sobre o governo Lula.
Foram 47% ante 41% em fevereiro.
Outros 24% relatam ter visto mais notícias positivas (contra 25% no mês passado), e 27% afirmam não ter visto notícias (em comparação com 25% da pesquisa anterior). *com informações de Arthur Guimarães de Oliveira/folhapress




