“Drone Irani ataca navios petrolíferos no Golfo Pérsico: Um tripulante morre e operações portuárias são suspensas” Seu texto aqui…

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As operações nos portos petrolíferos do Iraque foram completamente interrompidas após ataques atribuídos ao Irã contra dois navios petroleiros no Golfo Pérsico. A paralisação afeta diretamente os terminais de exportação de petróleo do país, em meio à escalada de tensão militar no Oriente Médio.

De acordo com informações divulgadas pela CNN Brasil, com base em declarações à Agência de Notícias Iraquiana, as atividades foram suspensas exclusivamente nos terminais ligados à indústria petrolífera. Os portos comerciais continuam funcionando normalmente, segundo autoridades locais. O diretor-geral da Companhia de Portos Iraquiana, Farhan al-Fartousi, confirmou a interrupção das operações e explicou que a medida foi tomada após os ataques registrados nas águas do Golfo Pérsico.

Ataques no Golfo Pérsico

Os ataques atingiram dois petroleiros que acabaram incendiados após serem atingidos por um dispositivo que autoridades acreditam ser um drone aquático iraniano. O incidente resultou na morte de um tripulante, enquanto 38 pessoas foram resgatadas das embarcações em chamas.

Tensão no Golfo Pérsico

Desde quarta-feira (11), seis ataques contra embarcações foram registrados no Golfo Pérsico, região considerada estratégica para o transporte global de petróleo. A intensificação das hostilidades ocorre em um momento de crescente instabilidade no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas de energia do mundo. A estatal petrolífera iraquiana SOMO alertou para os impactos do episódio na estabilidade do país.

Instabilidade no Oriente Médio

Os ataques ocorrem em meio à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, quando uma operação coordenada entre os dois países assassinou em Teerã o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, além de outros integrantes da alta cúpula do regime. Segundo autoridades norte-americanas, dezenas de embarcações iranianas, sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares também teriam sido destruídos durante as operações.