Irã ataca instalações de petróleo no Golfo e provoca nova alta nos preços

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O Irã lançou uma nova onda de ataques contra as infraestruturas petrolíferas dos países do Golfo, provocando uma alta nos preços do petróleo bruto. A guerra, iniciada com os bombardeios de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, ameaça o abastecimento mundial de petróleo, com o tráfego paralisado no Estreito de Ormuz.

O barril de Brent do Mar do Norte superou os 100 dólares, mesmo com a liberação recorde de reservas estratégicas. Os 32 países da Agência Internacional de Energia decidiram liberar 400 milhões de barris. O secretário de Energia dos EUA anunciou que 172 milhões de barris serão disponibilizados.

Após 13 dias de conflito, os danos às infraestruturas petrolíferas são crescentes. O Bahrein denunciou um ataque iraniano contra depósitos de combustíveis. Em Omã, depósitos de combustíveis sofreram um incêndio após um ataque com drones. A Arábia Saudita relatou um novo ataque com drones contra o campo de petróleo de Shaybah.

Um ataque a petroleiros perto do Iraque deixou um morto, com vários desaparecidos. Um porta-contêineres foi atingido na costa dos Emirados Árabes Unidos. Trump prometeu aumentar a segurança no Estreito de Ormuz, atacando 28 navios instaladores de minas iranianos.

Donald Trump afirmou que o Irã está “perto da derrota” e que a guerra terminará em breve. A primeira semana de combates custou mais de 11 bilhões de dólares aos EUA. Israel não estabeleceu limite de tempo para os ataques e a Guarda Revolucionária do Irã ameaça com uma “guerra de desgaste”.

O Exército iraniano pretende atacar os centros econômicos e bancos do Golfo. Empresas de tecnologia americanas foram citadas como alvos. O grupo bancário Citi e consultorias Deloitte e PwC fecharam escritórios em Dubai após ameaças.

Após o ataque, os EUA se preparam para retaliar, mantendo o embate aberto. A comunidade internacional observa com preocupação a escalada. Um cenário de incertezas paira sobre a região, enquanto o Irã mantém sua postura agressiva e os países afetados buscam respostas para conter os danos e evitar maiores prejuízos.

A situação atual reflete uma crise sem precedentes, com reflexos globais. A estabilidade dos mercados de petróleo é fundamental e a comunidade internacional precisa buscar soluções diplomáticas para evitar um agravamento da situação. O cenário de conflito no Golfo e seus desdobramentos impactam não apenas a região, mas todo o sistema econômico mundial, exigindo ação urgente e cooperação para conter os riscos em jogo.

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