Ferrari x Mercedes: quem vencerá o GP da China de F1?

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Ferrari pode incomodar a Mercedes no GP da China de F1? Rodrigo França analisa

A abertura da temporada 2026 da F1 confirmou o amplo favoritismo da Mercedes.
Não apenas pelo resultado, com a dobradinha de George Russell e Kimi Antonelli,
mas pelo ritmo impressionante, tanto em classificação quanto na corrida da
Austrália. O GP do próximo domingo, porém, será decisivo para sabermos o tamanho
da vantagem do time alemão neste ano. O autódromo de Xangai, na China, é bem
menos exigente no gerenciamento de energia, uma das maiores preocupações de
times nesta temporada e onde a Mercedes consegue se diferenciar dos rivais por
enquanto.

Assim, a grande expectativa é que a Ferrari consiga lutar pela vitória, algo que
o próprio Charles Leclerc considerou fora de possibilidade em Albert Park, mesmo
com um começo de prova bem intenso, assumindo a liderança na largada e com
várias ultrapassagens na luta contra Russell.

Ultimatos Técnicos

Na sexta-feira, a partir de 0h, você assiste ao 1º treino livre do GP da China
no sportv3. A exibição da classificação da corrida sprint começa às 4h15, com a
largada oficial ainda na sexta, a partir das 23h. No sábado, às 3h45, o sportv3
mostra a definição do grid da prova principal. O GP será transmitido pelo
sportv3 às 3h30 da madrugada de sábado para domingo. Após a cerimônia do Oscar,
ainda no domingo à noite, a TV Globo exibe o compacto da prova. O ge acompanha a
etapa em tempo real.

O fim de semana ainda terá pela primeira vez em 2026 a corrida sprint, o que
reduz o treino livre a apenas uma sessão de uma hora. Com novos carros e novos
regulamentos, certamente será um desafio extra para todos buscar o melhor
ajuste.

Desafios e Inovações

Esse gerenciamento de energia, inclusive, será outro ponto a se observar no
segundo GP do ano, já que, em Albert Park, pilotos como Leclerc e Max Verstappen
ironizaram o uso do botão de ultrapassagem e o consumo de energia como itens de
uma corrida de “Mario Kart”.

Na pista chinesa, é esperado que essa dinâmica seja menos influente, justamente
por não ser um traçado tão exigente na energia quanto a Austrália. Se isso é uma
boa notícia para os pilotos, com os carros ficando mais próximos do
comportamento do ano passado, pode significar menos ultrapassagens na China –
foram 120 em Albert Park.

Mudanças e Expectativas

A China tem a pista propícia para um contra-ataque ferrarista – inclusive para
um bom desempenho de Lewis Hamilton, que venceu a corrida sprint no ano passado,
em uma das suas melhores apresentações na temporada de estreia pela Ferrari.

Red Bull e McLaren também lutam para diminuir a diferença para a Mercedes e
brigar ao menos pelo pódio. Verstappen foi sincero na coletiva da FIA nesta
quinta, ao dizer que, mesmo se não tivesse largado em último (por conta de um
acidente na classificação), dificilmente chegaria entre os quatro primeiros na
Austrália.

Adaptação e Superação

No pelotão intermediário, a disputa promete ser intensa outra vez, com Haas,
Racing Bulls, Alpine e Audi mostrando mais chances de brigar pelos pontos.
Gabriel Bortoleto acredita que Albert Park é um tipo de circuito onde seu carro
tende a ficar mais competitivo – então Xangai surge como um teste para o
brasileiro, e um bom rendimento seria ótima notícia para o restante da
temporada.

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