George Russell liderou a dobradinha da Mercedes no único treino livre de um fim de semana de sprint no GP da China. Kimi Antonelli foi o segundo e Oscar Piastri foi o terceiro, com a McLaren, mas meio segundo atrás de Russell. O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou em 12º com a Audi.
Na próxima vez que os carros forem à pista, a partir das 4h30 da madrugada desta sexta-feira, será para disputar a classificação da sprint, o que representa um grande desafio para as equipes, que ainda estão aprendendo sobre os novos carros e motores.
O desafio será ainda maior para pilotos que perderam tempo de pista com problemas em seus carros. O estreante Arvid Lindblad, que nunca pilotou em Xangai, deu apenas seis voltas antes de sua Racing Bulls parar na beirada da pista. E Carlos Sainz só andou nos últimos 15 minutos com a Williams.
A sessão marcou a volta da asa traseira da Ferrari, batizada pelo chefe da equipe de “Macarena”, pelo movimento que faz para entrar no modo reta. Lewis Hamilton elogiou a equipe por ter acelerado o desenvolvimento da peça. O britânico, contudo, teve uma rodada quando fechava a asa no início da sessão.
Ele e seu companheiro Charles Leclerc andaram até próximos da Mercedes com o pneu médio, mas tiveram dificuldades de obterem o mesmo tipo de rendimento com o pneu macio.
A pista chinesa tende a ser muito menos sensível às questões de energia do que o palco da etapa de abertura da temporada, na Austrália. Isso porque há várias freadas fortes, que ajudam os pilotos a carregarem as baterias do motor híbrido.
Isso também significa que a Audi tende a não estar tão forte quanto na Austrália, quando Bortoleto ficou praticamente o tempo todo dentro do top 10. Isso porque os alemães optaram por um turbo maior, que funciona melhor quando a potência fala mais alto.
Mas, ainda assim, Nico Hulkenberg terminou o treino livre em nono, pouco menos de três décimos mais rápido que Bortoleto.




