A equipe médica do ex-presidente Jair Bolsonaro informou que ele permanece internado na UTI do hospital DF Star em Brasília, com diagnóstico de broncopneumonia aguda aspirativa, sem previsão de alta.
O quadro de pneumonia teve origem em uma gastroparesia, decorrente das cirurgias abdominais realizadas após o atentado a faca de 2018. Esta condição rara prejudica o funcionamento do estômago, levando a problemas respiratórios agudos.
O cardiologista Leandro Echenique revelou que Bolsonaro apresentou sérias dificuldades para respirar ao chegar ao hospital, mas sua situação melhorou após os primeiros cuidados médicos, mantendo-se estável e sem necessidade de intubação.
Leandro Echenique, cardiologista, e sua equipe são responsáveis pelo atendimento de Jair Bolsonaro na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star, onde o tratamento é à base de antibióticos para controlar a broncopneumonia aguda aspirativa.
"Ele chegou com muita falta de ar, melhorou e está estável agora. Não houve necessidade de intubação," afirmou o médico, tranquilizando sobre a situação atual do paciente.
Por enquanto, Bolsonaro mantém índices normais de saturação de oxigênio e não apresenta febre, mas seguirá em observação. A orientação médica para evitar novos episódios é cuidar da mastigação e evitar refeições pesadas antes de dormir.
Os desdobramentos incluem a continuidade do tratamento na UTI e a expectativa de recuperação, sem previsão de alta até o momento. A equipe médica monitora de perto a evolução do quadro clínico, visando a estabilização do paciente.
A ingestão de alimento nos pulmões de Bolsonaro, devido à gastroparesia, culminou na broncopneumonia aguda aspirativa, resultando na atual internação na UTI. As complicações decorrentes das cirurgias anteriores são tratadas com cuidados especiais visando à melhora do ex-presidente.




