Gabriel Bortoleto revela erro em rodada de classificação antes do GP da China

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O brasileiro Gabriel Bortoleto vai largar na 16ª colocação no GP da China depois de ser eliminado ainda na segunda parte da classificação em Xangai. Ele admitiu que forçou demais em sua última tentativa, já sabendo que seria difícil avançar para disputar o top 10. A corrida tem largada às 4h da madrugada deste domingo, pelo horário de Brasília, e terá Kimi Antonelli, da Mercedes, na pole position.

Esse tem sido um fim de semana bem mais complicado para o brasileiro do que a abertura do campeonato, na Austrália, em que o piloto da Audi esteve a maior parte do tempo no top 10 e pontuou.

Bortoleto precisou de dois jogos de pneus novos para passar do Q1, mesmo que a Audi tenha um rendimento melhor do que Cadillac, Aston Martin e Williams e, teoricamente, poderia passar mais tranquilamente dessa fase da classificação.

Falando com o UOL Esporte após a classificação, ele admitiu que forçou demais sabendo que vinha melhorando sua volta, mas que mesmo assim precisava de um último setor muito forte para conseguir passar para o Q3 e decidiu arriscar.

Perguntado sobre os problemas que a Audi tem enfrentado na entrega de potência do motor, Bortoleto afirmou que o time ainda está aprendendo muita coisa sobre a unidade de potência, que é totalmente nova, e salientou que, mesmo com o rendimento inconsistente, eles estão conseguindo ser competitivos. Seu companheiro, Nico Hulkenberg, que tem um excelente currículo em Xangai, vai largar em 11º.

A gente tem sofrido neste final de semana com essa parte. Algumas coisas inconstantes no motor, mas pode ser que a gente vá para a próxima corrida em Suzuka e esteja tudo maravilhoso sem a gente mudar nada. Eu acho que muda muito a condição, a pista, a velocidade das curvas. Eu acho que isso tudo faz muita diferença.

Eu acho que aqui a China pegou um pouquinho. Fomos pegos desprevenidos, a gente talvez não esperava que fosse tão difícil assim, mas tanto para mim quanto para o Nico, não é só para mim não. Os dois carros têm sofrido um pouquinho disso, mas ainda assim, a gente está competitivo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente a ONU durante discurso na FAO, afirmando que a organização perde credibilidade ao não conseguir mediar conflitos como os de Gaza e Ucrânia. “Compensa destruir Gaza, matar mulheres e crianças, para depois criar um conselho dizendo que vai reconstruir?”, questionou o mandatário brasileiro.

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