Estado de saúde de Jair Bolsonaro: Presidente exibe estabilidade, mas enfrenta problema renal

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O ex-presidente brasileño Jair Bolsonaro está estável após hospitalização por bronconeumonía bacteriana, porém enfrenta problemas na função renal e indicadores inflamatórios, conforme boletim do hospital DF Star de Brasilia.

Bolsonaro cumpre condena de 27 anos de prisão por golpismo e permanece em cuidados intensivos. A infecção pulmonar é tratada com antibióticos, hidratação endovenosa e fisioterapia respiratória e motora, com medidas preventivas contra tromboses venosas.

A bronconeumonía foi causada por bactéria em ambos os pulmões, predominantemente no esquerdo, provavelmente devido a broncoaspiração. Bolsonaro requeriu hospitalizações anteriores por complicações das feridas abdominais do atentado de 2018.

Familiares e advogados do ex-mandatário buscam prisão domiciliar por motivos humanitários. O presidente foi hospitalizado com quadro grave e continua sem previsão de alta médica, apesar de sua estabilidade clínica.

No contexto político, Bolsonaro cumpre pena por suposto golpe de Estado, após ser derrotado por Lula da Silva. Desde então, suas condições de saúde requerem hospitalizações recorrentes, marcadas pelas sequelas do atentado durante a campanha presidencial.

Os profissionais do hospital enfatizaram a estabilidade clínica de Bolsonaro, mas alertaram para o agravamento da função renal. A equipe médica vem tratando a infecção pulmonar de forma eficaz, enquanto procura controlar os marcadores inflamatórios.

A solicitação de prisão domiciliar por razões humanitárias já foi negada pela Corte Suprema. O ex-presidente permanece internado desde janeiro no Complexo Penitenciário de Papuda, com registros anteriores de internações por hipo, vômitos e mareos, dentre outras complicações.

Os desdobramentos do estado de saúde de Jair Bolsonaro permanecem incertos, com a equipe médica monitorando de perto sua condição. A hospitalização atual é a primeira desde o início de sua condena, com destaque para suas condições complexas decorrentes do atentado de 2018.

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