Um homem foi preso nesta sexta-feira (13) após cobrar R$ 2.500 por uma caipirinha de um turista colombiano em um quiosque na Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
De acordo com a Polícia Militar, agentes do patrulhamento de praia do 19º BPM (Copacabana) foram abordados por transeuntes que relataram um caso de furto e estelionato no local. Os policiais foram até o quiosque e detiveram um homem. Com ele, foram apreendidos uma maquininha de cartão, celulares e cerca de 1 quilo de drogas. O colombiano abordou os militares e denunciou o golpe. O turista afirmou que pediu uma caipirinha. O vendedor, o homem que seria preso depois, disse que a bebida custava R$ 80. Ao passar o cartão, no entanto, a cobrança foi de R$ 2.500.
Prisão em flagrante
A ocorrência foi registrada na Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat).
Material foi levado para a Deat. Imagem: Divulgação/PMERJ
Investigação em andamento
Segundo informações da Deat, o homem preso já tinha passagem pela polícia por crimes relacionados ao tráfico de drogas e estelionato. As investigações apontam para a possibilidade de ele fazer parte de uma quadrilha especializada em aplicar golpes em turistas desavisados.
Além disso, a Deat informou que está intensificando a fiscalização em pontos turísticos da cidade, visando coibir práticas ilegais que prejudicam a imagem do Rio de Janeiro e impactam negativamente o turismo local.
Repercussão negativa
A notícia do turista colombiano sendo enganado em plena Copacabana gerou revolta nas redes sociais. Muitos internautas se manifestaram repudiando a ação criminosa e exigindo medidas mais efetivas das autoridades para combater esse tipo de crime.
Em resposta às críticas, a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro emitiu um comunicado informando que está empenhada em garantir a segurança e a integridade dos turistas que visitam a cidade, bem como em combater ativamente todas as formas de criminalidade.
Julgamento e punição
O suspeito detido foi encaminhado para audiência de custódia, onde aguardará o julgamento pelo crime de estelionato qualificado e tráfico de drogas. Caso seja condenado, poderá enfrentar uma pena de reclusão significativa, de acordo com o Código Penal Brasileiro.
Os advogados do acusado não se pronunciaram sobre o ocorrido, o que aumenta a expectativa em relação ao desfecho desse caso que chocou moradores e turistas na famosa praia de Copacabana.




