Governador de Goiás se filia ao PSD em busca de candidatura à presidência

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou sua entrada no PSD com objetivo de viabilizar sua candidatura à presidência da República. Internamente, ele concorre à vaga com os governadores do Paraná, Ratinho Junior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

No PSD, disputam com Caiado a vaga de candidato à presidente os governadores do Paraná, Ratinho Junior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. O partido deve decidir o nome do postulante, segundo Kassab, até o final do mês. Pelas regras eleitorais, o candidato precisa estar filiado ao partido pelo qual disputará a eleição este ano até o dia 4 de abril. Ou seja, se a decisão ocorrer após a data, não existe possibilidade de se procurar outra legenda.

A demora de cerca de um mês e meio para Caiado assinar a ficha de filiação ao PSD levantou dúvidas sobre a possibilidade de o político goiano não aceitar ser preterido como candidato a presidente.

Durante o evento de filiação, entretanto, o governador de Goiás afirmou que irá respeitar a “decisão que for tomada”, em referência à escolha do partido sobre qual dos três pré-candidatos concorrerá à Presidência da República.

O evento deste sábado é um ato de campanha eleitoral voltado para a base em Goiás. Por isso, contou com a presença somente de Kassab, sem Leite e Ratinho. O encontro foi denominado “Pra Frente Goiás” e reuniu mais de mil pessoas.

Além de seu atual vice, Caiado também abriu espaço para quatro possíveis candidatos ao Senado pelo grupo governista: a primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil), o senador Vanderlan Cardoso (PSD), o deputado federal Zacharias Calil (MDB) e o presidente da Agência Goiana de Habitação, Alexandre Baldy (PP).

O anúncio da filiação de Caiado ao PSD ocorreu no dia 27 de janeiro, por meio de vídeo publicado nas redes sociais. O governador goiano celebra a aliança ao lado de Kassab, Leite e Ratinho, após encontro na residência do dirigente partidário, em São Paulo.

Até o começo do ano, ele era apresentado como pré-candidato a presidente pelo União Brasil, partido liderado por Antônio Rueda. A saída ocorreu em meio à avaliação de que o partido não desejava mais ter candidato próprio a presidente, em uma decisão conjunta com o Progressistas, com quem deve formar uma federação. Existe a possibilidade de o grupo fechar com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), quem melhor pontua nas pesquisas contra o presidente Lula (PT).

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