Investigação policial apura suspeitos de estupro coletivo

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Os suspeitos de estupro coletivo em Copacabana, incluindo dois jovens presos e um menor apreendido, estão sendo investigados pela 12ª DP (Copacabana) por possível ligação com outras duas denúncias de crimes sexuais. As denúncias vieram à tona após a primeira queixa feita por uma aluna do Colégio Pedro II. A polícia está em diligências e aguarda para ouvir a vítima da segunda denúncia registrada na delegacia, referente a um caso ocorrido em 2023 quando a adolescente tinha 14 anos.

Além disso, em outubro de 2025, uma testemunha já prestou depoimento sobre outro episódio de crime sexual. A polícia espera obter mais provas por meio da quebra de sigilo telemático dos investigados.

Suspeitos de estupro coletivo em Copacabana

Os réus na Justiça pelo crime em Copacabana incluem Vitor Hugo Oliveira Simonin, Bruno Felipe dos Santos Allegretti, João Gabriel Xavier Bertho e Mattheus Veríssimo Zoel Martins. Por outro lado, o adolescente apreendido está sendo investigado por ato infracional análogo ao crime de estupro e está sob custódia do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase). A Polícia Civil solicitou ao Colégio Pedro II que envie à 12ª DP os procedimentos administrativos envolvendo dois alunos da instituição relacionados ao caso.

Casos investigados

Em um dos casos investigados, Mattheus e o menor são acusados de um crime semelhante ao ocorrido em Copacabana, que teria acontecido em um apartamento no Maracanã em 2023. Neste caso, a vítima relatou ter sido forçada a praticar atos sexuais por Mattheus, o menor e uma terceira pessoa. A defesa do menor afirmou que não pode comentar o caso de 2023 devido ao segredo de justiça, mas solicitou acesso ao procedimento para avaliação.

Já em outro caso, Vitor Hugo Simonin é investigado por um estupro ocorrido durante uma festa de alunos do Colégio Pedro II no Humaitá em outubro de 2025. A vítima alegou ter sido coagida a praticar sexo oral durante a festa e só percebeu ter sido vítima de um crime após o caso de Copacabana ser divulgado.

Reações iniciais

As vítimas dos diferentes casos continuam a denunciar os réus por estupro coletivo, trazendo à tona a gravidade dos crimes cometidos. A polícia segue em investigação para obter mais provas e garantir a punição dos responsáveis. A sociedade clama por justiça diante das denúncias de atos tão repugnantes.

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