Bolsonaro teve melhora na função renal, diz boletim

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Boletim médico divulgado ontem pelo hospital DF Star, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está internado, aponta que o paciente “evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue”. Ainda de acordo com o boletim médico, em decorrência destas alterações, “houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos”. Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital em Brasília em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração.

O ex-presidente segue com intensificação da fisioterapia respiratória e motora. O hospital informa que ainda não há previsão de alta da UTI. O texto é assinado pela equipe que acompanha Bolsonaro – entre eles, o cirurgião geral Claudio Birolini.

Segundo o boletim, apesar da melhora na função renal, o paciente apresentou nova elevação dos indicadores inflamatórios sanguíneos, o que demandou a ampliação da cobertura dos antibióticos. A pneumonia bacteriana bilateral resultante de broncoaspiração requer cuidados intensivos na UTI, onde Bolsonaro está sob tratamento.

A equipe médica que acompanha Bolsonaro, incluindo o cirurgião geral Claudio Birolini, mantém a intensificação da fisioterapia respiratória e motora, já que a alta da UTI ainda não possui previsão. O ex-presidente segue hospitalizado no DF Star, em Brasília, em razão do quadro de saúde.

“O paciente evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue” ressalta o boletim. Ademais, a necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos indica a continuidade do tratamento para a pneumonia bacteriana bilateral derivada da broncoaspiração.

Até o momento, destaca-se a importância da intensificação da fisioterapia respiratória e motora no acompanhamento de Bolsonaro, que permanece na UTI do hospital DF Star, sem previsão de alta. A situação requer atenção constante e cuidados redobrados para garantir a saúde do ex-presidente, como indicado pela equipe médica responsável.

A melhora na função renal de Bolsonaro, aliada à elevação dos marcadores inflamatórios, demonstra a complexidade do quadro clínico atual. A continuidade do tratamento, incluindo a intensificação da fisioterapia, é essencial para monitorar de perto a evolução do paciente e garantir a recuperação completa no momento adequado.

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