Uma pesquisa divulgada pela Genial/Quaest nesta terça-feira (17) revelou que a maioria dos brasileiros já definiu em quem votar para presidente, com 56% dos entrevistados afirmando ter feito sua escolha, enquanto 43% afirmam que ainda podem mudar de candidato. O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
O estudo mostrou que mais de 60% dos entrevistados que apoiam Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) afirmaram que suas escolhas são definitivas, sendo uma tendência observada em todas as regiões do país. Entre as mulheres, a divisão é equilibrada, com 49% dizendo que a escolha é definitiva e 49% afirmando que ainda podem mudar, enquanto entre os homens, a maioria (62%) já definiu o voto.
ELEITORES DE LULA
Quanto aos eleitores de Lula, 67% afirmaram que o voto está definido, enquanto 31% declararam que podem mudar de candidato, restando apenas 2% sem resposta.
ELEITORES DE FLÁVIO BOLSONARO
Para os que pretendem votar em Flávio Bolsonaro, 63% disseram que o voto está definido, contra 36% que ainda podem mudar, com apenas 1% sem resposta.
ELEITORES DE RATINHO JR.
Já entre os eleitores do governador Ratinho Jr. (PSD), 41% afirmaram que podem mudar de candidato, 56% que o voto está definido e 3% não souberam responder.
ELEITORES DE ROMEU ZEMA
Os eleitores do governador Romeu Zema (Novo-MG) apresentaram 67% de possibilidade de mudança de candidato, 33% de voto definido e 0% sem resposta.
A pesquisa também questionou os entrevistados que optaram por votar em branco, anular o voto ou não votar, encontrando que 60% ainda podem mudar de posição, 39% já definiram sua decisão e 1% não responderam.
POR REGIÃO
Nordeste: 64% dos eleitores têm voto definitivo, contra 34% que podem mudar e 2% sem resposta.
Sudeste: 51% têm voto definitivo, 48% podem mudar e 1% não responderam.
Sul: 55% têm voto definitivo, 43% podem mudar e 2% não responderam.
Centro-Oeste/Norte: 53% têm voto definitivo, 46% podem mudar e 1% não responderam.
Em relação ao sexo, as mulheres apresentaram uma divisão equilibrada entre voto definitivo (49%), possibilidade de mudar (49%) e sem resposta (2%), enquanto os homens tendem mais para o voto definitivo (62%), com 37% indicando possibilidade de mudança e 1% sem resposta.
Por faixa etária, os mais jovens (16 a 34 anos) têm maior indecisão, com 52% podendo mudar de candidato, contra 47% com voto definitivo e 1% sem resposta. Já os mais velhos (60 anos ou mais) têm 59% com voto definitivo, 38% possibilidade de mudança e 3% sem resposta.
Quanto à escolaridade, aqueles com ensino fundamental apresentaram 57% de voto definitivo, 40% possibilidade de mudança e 3% sem resposta. Para o ensino médio, o resultado foi de 55% voto definitivo, 45% possibilidade de mudança e 0% sem resposta, enquanto o ensino superior teve 51% voto definitivo, 48% possibilidade de mudança e 1% sem resposta.
Por fim, de acordo com a renda familiar, até 2 salários mínimos apresentaram 60% de voto definitivo, 38% possibilidade de mudança e 2% sem resposta. De 2 a 5 salários mínimos, 51% têm voto definitivo, 47% podem mudar e 2% não responderam, e mais de 5 salários mínimos, 57% têm voto definitivo, 43% possibilidade de mudança e 0% sem resposta.



