Aliados de Jair Bolsonaro (PL) se dizem convictos de que o ex-presidente vai conseguir a transferência para prisão domiciliar quando tiver alta do hospital. Ainda não há previsão para isso acontecer.
A avaliação de integrantes do Congresso é que, se o atendimento médico tivesse demorado um pouco mais, Bolsonaro poderia não ter resistido.
Parte da classe política defende há meses a transferência para prisão domiciliar por considerar que a responsabilidade sobre uma eventual piora drástica na saúde de Bolsonaro pode acabar recaindo sobre o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), responsável pelas condições da prisão, além de ter efeitos na eleição de outubro.
Até mesmo integrantes da base governista, em conversas reservadas, admitem essa possibilidade.
Entre agosto e novembro, Bolsonaro cumpriu prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, mas tentou romper o equipamento e foi transferido.
O ex-presidente foi internado na UTI com broncopneumonia bacteriana bilateral na madrugada de sexta após passar mal na Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos na condenação pela trama golpista.
A equipe de advogados do ex-presidente fez um novo pedido para que ele seja transferido para prisão domiciliar. A defesa alega que os primeiros sintomas da pneumonia ocorreram às 2h e que o atendimento médico teve início às 6h45, intervalo que demonstra a impossibilidade de vigilância clínica na prisão durante 100% do tempo.
“Compensa destruir Gaza, matar mulheres e crianças, para depois criar um conselho dizendo que vai reconstruir?”
“>G1”DE



