A primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado (União Brasil), e o deputado Gustavo Gayer (PL) aparecem na liderança da disputa por uma vaga ao Senado Federal pelo estado. O levantamento do instituto Real Time Big Data foi divulgado nesta 4ª feira (18.mar.2026). Eis a íntegra da pesquisa (PDF – 6 mB).
Além da mulher do governador Ronaldo Caiado (PSD) e de Gayer, a pesquisa levantou os nomes do deputado federal Zacharias Calil (MDB), do ex-deputado federal Alexandre Baldy (PP), do vereador Oséias Varão (PL), do senador Vanderlan Cardoso (PSD), do ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT) e do procurador-geral da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, Iure Castro (Cidadania).
No cenário consolidado do 1º e 2º votos dos eleitores, a disputa pelo Senado em Goiás ficou com as seguintes intenções de voto: Gracinha Caiado (União Brasil): 28%. Gustavo Gayer (PL): 18%. Zacharias Calil (MDB): 11%. Alexandre Baldy (PP): 10%. Oséias Varão (PL): 9%. Vanderlan Cardoso (PSD): 7%. Luis Cesar Bueno (PT): 2%. Iure Castro (Cidadania): 1%. Nulos e brancos: 7%. Não responderam ou não souberam responder: 7%.
No 1ª voto dos eleitores, Gracinha Caiado (União) lidera com 36% das intenções de voto. Em seguida, aparecem Gustavo Gayer (PL), com 17%, e Zacharias Calil (MDB), com 10%. Alexandre Baldy (PP) registra 9%, seguido por Oséias Varão (PL), com 8%, e Vanderlan Cardoso (PSD), com 7%. Luis Cesar Bueno (PT) soma 3%, enquanto Iure Castro (Cidadania) tem 1%. Nulo e branco representa 5% e não sabe ou não respondeu, 4%.
No 2º voto, Gracinha Caiado (União) aparece com 20%, seguida por Gustavo Gayer (PL), com 18%. Zacharias Calil (MDB) registra 12%, e Alexandre Baldy (PP), 11%. Oséias Varão (PL) tem 9%, enquanto Vanderlan Cardoso (PSD) soma 8%. Luis Cesar Bueno (PT) aparece com 2% e Iure Castro (Cidadania), com 1%. Nulo e branco chega a 9% e não sabe ou não respondeu, a 10%.
A Real Time Big Data entrevistou 1.500 eleitores em Goiás de 16 a 17 de março de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais e para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07569/2026. O levantamento custou R$ 60.000 e foi pago com recursos próprios.



