Polícia Civil prende ‘Vampirinho’ em Itanhaém, integrante do PCC

policia-civil-prende-vampirinho-em-itanhaem2C-integrante-do-pcc

Ewerton Araujo Roque, conhecido como ‘Vampirinho’ e ‘Santista’, foi preso em Itanhaém, no litoral de São Paulo, suspeito de integrar a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). De acordo com a Polícia Civil, o homem, de 30 anos, era um dos chefes da organização criminosa no Mato Grosso do Sul.

A prisão ocorreu nesta quinta-feira (19), no bairro Santa Cruz, durante uma ação da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) da cidade, que monitorava o suspeito após recentes prisões de células criminosas do PCC.

Segundo a polícia, Vampirinho atuava como ‘sintonia final’ da organização criminosa no Mato Grosso do Sul, ou seja, tinha como função a coordenação regional. No entanto, ele havia ido para Itanhaém para uma reformulação da estrutura regional da facção devido às prisões que ocorreram na região.

Investigações e Prisão

Durante as investigações sobre um ponto de venda de drogas no bairro Santa Cruz, os policiais identificaram uma residência que abrigava os entorpecentes e estaria sob responsabilidade de Vampirinho. Os agentes realizaram campana na região e abordaram o suspeito enquanto ele saía do imóvel. Ele estava com uma sacola com 25 porções de uma substância com aparência de cocaína e R$ 48.

Durante a abordagem, Vampirinho assumiu pertencer ao PCC, como ‘sintonia final’ do Mato Grosso do Sul. Ele permitiu a entrada da equipe na residência, onde foram encontradas porções de cocaína e maconha embaladas para venda, além de pés de cannabis.

Prisão e Impactos

As drogas foram apreendidas e encaminhadas para perícia. O homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas e associação criminosa. Segundo a polícia, ele já tinha passagem criminal por roubo no Mato Grosso do Sul. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos e o fluxo de abastecimento do ponto de tráfico em Itanhaém.

Na última semana, a Polícia Civil havia efetuado a prisão de dois integrantes do PCC: Luiz Rodrigo Costa Ramos, conhecido como ‘RD’, e Ariane de Pontes Rolim, chamada de Pandora ou Penélope. A mulher era uma das chefes da fação no litoral sul paulista. Ela atuava como “disciplina” da facção, ou seja, estava à frente do tráfico de drogas e decidia os castigos às pessoas que desrespeitassem as regras da organização.

Desdobramentos e Reflexão

As prisões de membros importantes do PCC, como ‘Vampirinho’, ‘RD’ e ‘Pandora’, demonstram o constante trabalho das autoridades no combate ao crime organizado. A repercussão dessas prisões pode impactar a estrutura da facção criminosa e trazer mais segurança para a população. O desafio agora é manter a pressão sobre o crime organizado e evitar ações futuras que possam desestabilizar a região.