A força da arte produzida em Goiás ganha projeção ao dialogar com um dos maiores eventos do esporte mundial. O artista plástico Auriovane D’Ávila desenvolveu duas obras inéditas em areia colorida para marcar o retorno do MotoGP ao Brasil, com etapa realizada em Goiânia neste fim de semana.
A iniciativa partiu do próprio artista, que decidiu criar as peças inspirado pela volta da competição à capital goiana após décadas. O trabalho rapidamente ganhou destaque e passou a integrar a programação oficial do evento. As obras serão entregues pelo governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) ao CEO da MotoGP, Carmelo Ezpeleta, como um gesto simbólico de recepção e valorização da cultura local.
Produzidas ao longo de mais de um mês de dedicação, as obras traduzem, por meio da areia natural, a conexão entre cidade e velocidade. Em uma das peças, o traçado da pista se mistura com elementos urbanos de Goiânia, criando a sensação de que o circuito percorre a própria cidade. Já na outra composição, referências arquitetônicas e simbólicas aparecem associadas à ideia de tempo e memória, remetendo ao reencontro do Brasil com o MotoGP após anos fora do calendário.
A proposta estética vai além de uma simples homenagem esportiva. Auriovane constrói uma narrativa visual em que Goiânia não é apenas cenário, mas parte ativa da experiência do evento. “A ideia é mostrar que a cidade inteira entra no clima, como se tudo fizesse parte da pista”, destaca o artista.
Reconhecido por sua técnica singular de pintura com areias naturais, Auriovane D’Ávila transforma um material simples em composições sofisticadas, marcadas pela riqueza de cores e texturas. Neste projeto, reafirma sua identidade artística ao unir elementos culturais do território com um espetáculo de alcance internacional.
O MotoGP acontece entre os dias 20 e 22 de março no Autódromo Internacional Ayrton Senna, reunindo pilotos, equipes e fãs de diversas partes do mundo. Mais do que a velocidade nas pistas, o evento também evidencia a capacidade de Goiás de projetar sua cultura — agora representada em grãos de areia que contam histórias e colocam a arte goiana no centro de um espetáculo global.
A força da arte produzida em Goiás ganha projeção ao dialogar com um dos maiores eventos do esporte mundial. O artista plástico Auriovane D’Ávila desenvolveu duas obras inéditas em areia colorida para marcar o retorno do MotoGP ao Brasil, com etapa realizada em Goiânia neste fim de semana.
A iniciativa partiu do próprio artista, que decidiu criar as peças inspirado pela volta da competição à capital goiana após décadas. O trabalho rapidamente ganhou destaque e passou a integrar a programação oficial do evento. As obras serão entregues pelo governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) ao CEO da MotoGP, Carmelo Ezpeleta, como um gesto simbólico de recepção e valorização da cultura local.
Produzidas ao longo de mais de um mês de dedicação, as obras traduzem, por meio da areia natural, a conexão entre cidade e velocidade. Em uma das peças, o traçado da pista se mistura com elementos urbanos de Goiânia, criando a sensação de que o circuito percorre a própria cidade. Já na outra composição, referências arquitetônicas e simbólicas aparecem associadas à ideia de tempo e memória, remetendo ao reencontro do Brasil com o MotoGP após anos fora do calendário.
A proposta estética vai além de uma simples homenagem esportiva. Auriovane constrói uma narrativa visual em que Goiânia não é apenas cenário, mas parte ativa da experiência do evento. “A ideia é mostrar que a cidade inteira entra no clima, como se tudo fizesse parte da pista”, destaca o artista.
Reconhecido por sua técnica singular de pintura com areias naturais, Auriovane D’Ávila transforma um material simples em composições sofisticadas, marcadas pela riqueza de cores e texturas. Neste projeto, reafirma sua identidade artística ao unir elementos culturais do território com um espetáculo de alcance internacional.
O MotoGP acontece entre os dias 20 e 22 de março no Autódromo Internacional Ayrton Senna, reunindo pilotos, equipes e fãs de diversas partes do mundo. Mais do que a velocidade nas pistas, o evento também evidencia a capacidade de Goiás de projetar sua cultura — agora representada em grãos de areia que contam histórias e colocam a arte goiana no centro de um espetáculo global.



