Chuva causa alagamentos em Buriticupu, acidente com carretas na BR-135 e outras notícias da semana no G1 MA

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As fortes chuvas que atingiram Buriticupu, no interior do Maranhão, alagaram ruas e invadiram casas nas últimas 24 horas. O município é conhecido por abrigar cerca de 33 voçorocas, grandes erosões que avançam há anos sobre bairros inteiros.

Imagens feitas por moradores mostram ruas tomadas pela água e casas sendo invadidas. Famílias da Rua Independência, no bairro Vila Isaías, relataram prejuízos materiais. Estabelecimentos comerciais também foram afetados. Na BR‑222, um caminhão chegou a ficar preso no meio da enxurrada, que tomou conta da via durante a chuva.

No ano passado, a Justiça determinou que a prefeitura adotasse medidas de contenção, mas, segundo o Ministério Público do Maranhão, as ações não foram executadas.

Nesta semana, a Justiça do Maranhão acolheu pedidos do MP que obrigam a Prefeitura de Buriticupu à cumprir uma sentença que determina a adoção de providências em áreas afetadas por voçorocas. O município tem até 48 horas para atender à decisão.

A Defesa Civil municipal informou que choveu 60 mm nas últimas 24 horas, mas não houve registro de desabamento, deslizamento, aumento das áreas de voçorocas ou famílias desabrigadas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) afirmou que não recebeu chamados relacionados ao temporal.

Corpo de homem é encontrado na Praia do Olho D’Água, em São Luís. Na manhã deste sábado (21), o corpo de um homem foi visto boiando na maré e acionou o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.

Operação prende suspeitos de fraudar consignados com RGs falsos e causar prejuízo de R$ 710 mil no Maranhão. Seis pessoas foram presas por integrar um esquema de falsificação de documentos e fraudes financeiras durante a Operação Holerite.

segundo a investigação, o grupo falsificava carteiras de identidade em nome de servidores públicos estaduais, causando prejuízo estimado em R$ 710 mil.

As investigações identificaram divisão de tarefas no esquema, com responsáveis pela produção dos documentos falsos, abertura de contas e contratação de empréstimos. A polícia chegou aos suspeitos após meses de investigação.

Entre os materiais apreendidos, estão documentos falsificados, impressoras de alta resolução, celulares, notebooks e material usado para produzir os documentos fraudulentos.

A Operação Holerite teve apoio de equipes especializadas da Polícia Civil, como os departamentos de crimes cibernéticos, fraudes financeiras, serviços delegados e o Grupo de Resposta Tática. O caso segue em investigação para identificar outros envolvidos e eventuais beneficiários do esquema.

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