O senador Flávio Bolsonaro deve apresentar até o fim de março as diretrizes do seu plano de governo, com a economia no centro da campanha.
Nos bastidores, aliados citam a intenção de lançar o programa com um superministro para comandar a área, em estratégia similar à utilizada por Jair Bolsonaro com a escolha de Paulo Guedes.
A definição do nome se tornou foco na pré-campanha de Flávio, com o crescente apoio a Adolfo Sachsida, ex-ministro e defensor do liberalismo econômico, porém, a escolha ainda está em aberto.
Além de Sachsida, outros nomes como Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, Paulo Guedes e Mansueto Almeida são aventados para o cargo, mas nenhum possui confirmação.
"Mais do que nomes, é preciso entender qual é a agenda", diz economista-chefe do Banco Votorantim, ressaltando a necessidade de ajuste fiscal e privatizações como prioridades para um governo eficiente.
A incerteza da eleição gera expectativas no mercado, que aguarda definições para a equipe econômica em um eventual governo de Flávio Bolsonaro.
Roberto Mantovani reforça a importância de um governo com credibilidade para antecipar o ajuste fiscal nos preços, evitando pressões nos ativos financeiros.
Com a competição acirrada, a gestão econômica do governo Bolsonaro é criticada por sua falta de avanços em reformas, colocando dúvidas sobre os rumos de um possível governo de Flávio Bolsonaro.




