Homem é preso em flagrante por atear fogo em companheira em Alagoinhas – Veja detalhes.

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Um homem de 24 anos foi preso em flagrante, suspeito de tentar matar a companheira, de 21 anos, após atear fogo no corpo dela, na sexta-feira (20), em Alagoinhas, a 80 km de Feira de Santana. O crime aconteceu por volta das 11h, na residência onde o casal morava, no bairro Silva Jardim.

Conforme a Polícia Civil, familiares relataram que o homem jogou álcool sobre o corpo da vítima e ateou fogo com um isqueiro. A jovem já havia registrado ocorrência contra o agressor na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) da cidade, e chegou a solicitar medidas protetivas, mas voltou a conviver com ele.

Uma equipe da Guarda Civil Municipal recebeu a denúncia e quando chegou ao local, a mulher já havia sido socorrida para atendimento médico. O suspeito foi encaminhado à unidade policial.

Internada em estado grave

A vítima está internada em um hospital particular de Alagoinhas, com queimaduras nos braços e no tórax. O estado de saúde dela não foi divulgado. A polícia informou que equipes da Deam devem retornar à unidade de saúde para tentar colher o depoimento da jovem.

O suspeito foi autuado em flagrante por tentativa de feminicídio. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.

Suspeito enfrentará as consequências

De acordo com informações da polícia, a jovem continua sob cuidados médicos e seu estado de saúde é considerado grave. A sociedade de Alagoinhas se mobilizou para prestar apoio à vítima e sua família, repudiando veementemente a violência doméstica.

A polícia reforçou a importância de denunciar casos de agressão contra mulheres e orientou sobre os canais de atendimento e proteção disponíveis. A população local exige justiça e medidas efetivas para evitar que casos como esse voltem a acontecer.

Comunidade pede por mais segurança

O episódio chocou a cidade de Alagoinhas e reacendeu o debate sobre a violência de gênero no país. Movimentos feministas e grupos de defesa dos direitos das mulheres se manifestaram nas redes sociais, exigindo justiça e proteção para as vítimas de agressão.

A sociedade civil organizada planeja realizar manifestações pacíficas em repúdio ao caso e em apoio à vítima, buscando sensibilizar a comunidade e as autoridades para a urgência de ações concretas de prevenção e combate à violência doméstica.

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