O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de suas contas e das contas de sua mulher, Heloísa Bolsonaro. Alegou que a medida visa asfixiar financeiramente sua família, prejudicando seus filhos de 5 e 2 anos.
Desde o bloqueio, Eduardo está autoexilado nos EUA, tendo tido seu mandato cassado por excesso de faltas em 2025. A Polícia Federal ordenou seu retorno como escrivão, e ele se recusa. Moraes permitiu compartilhamento de provas do inquérito em processo administrativo disciplinar.
O ex-deputado fez postagem em rede social chamando Moraes de ‘D. Pedro III’, mencionando não receber salário como escrivão e falando sobre contratos milionários associados à esposa do ministro. Ressaltou o temor de inegibilidade por improbidade administrativa, citando o caso de Dilma Rousseff.
O bloqueio de bens e contas bancárias de Eduardo já havia sido determinado anteriormente por Moraes, no contexto de um inquérito sobre sanções dos EUA. É incerto se a recente postagem refere-se a essa ação ou a uma nova ordem judicial.
‘Asfixiar financeiramente minha família e retirar-me da vida política.‘
Autoridades seguem em embate de decisões, levando à incerteza sobre os próximos passos e desfechos no caso. A repercussão das denúncias e ações tomadas por Moraes e Eduardo geram debates intensos na esfera política e jurídica.
Evidenciando disputas acirradas entre poderes, o embate entre Eduardo Bolsonaro e Alexandre de Moraes atinge patamares que refletem a complexa dinâmica política brasileira. A perseguição política e as alegações de abusos de poder são temas centrais dessa controvérsia.
A atuação de autoridades, como a determinação de bloqueio de contas, e as reações públicas envolvidas na situação só aumentam a tensão e a incerteza sobre os desdobramentos e possíveis conclusões desse caso controverso.




