Sylvinho pode ser o único técnico brasileiro na Copa do Mundo 2026 – Confira!

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Sylvinho fala sobre possibilidade de ser o único técnico brasileiro na Copa do Mundo

A provável última chance de o Brasil ter um técnico na próxima Copa do Mundo — e manter uma escrita quase centenária — se encontra com a Albânia. Como assim? É nessa seleção que está Sylvinho, que encara nesta data Fifa o desafio da repescagem das Eliminatórias da Europa, com o sonho da vaga inédita no Mundial.

Polônia e Albânia se enfrentam nesta quinta-feira, às 16h45. Acompanhe em Tempo Real no ge.

Confira a tabela das Eliminatórias da Europa para a Copa 2026

Sylvinho tenta classificar a seleção da Albânia para a Copa do Mundo de 2026 — Foto: Getty Images

— Eu descobri rápido isso, logo depois do jogo contra Andorra (em novembro). No dia seguinte recebi uma mensagem falando isso, uma pessoa que não é do mundo do futebol. Obrigado, me aliviou e me deu uma responsabilidade imensa (risos). Se ocorrer, para mim vai ser um orgulho imenso. Primeiramente pela Albânia, óbvio. Depois, a nível individual, representar o Brasil em uma Copa é de um status, por tudo que a Seleção representa no mundo, e claro, um treinador está inserido nisso. Espero que possa conseguir, se for ficarei muito feliz, repito, não mais do que pela Albânia estar lá — disse Sylvinho, em entrevista ao ge.

O Brasil teve pelo menos um técnico em todas as Copas do Mundo, desde a primeira edição, em 1930, ou seja, há 96 anos. Para Sylvinho garantir o seu lugar na próxima, a Albânia precisa passar pela Polônia e depois por Suécia ou Ucrânia.

O último jogo da seleção albanesa foi em novembro do ano passado: derrota para a Inglaterra, por 2 a 0, na última rodada da fase de grupos das eliminatórias europeias.

Sylvinho sobre jogo contra a Polônia na repescagem: “Tendência de nível ainda maior”

Albânia de Sylvinho enfrentará Polônia, Suécia ou Ucrânia na repescagem das eliminatórias europeias — Foto: Getty Images

O primeiro passo foi analisar cada detalhe da própria…

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equipe na última data Fifa, em que houve a derrota para os ingleses e a vitória sobre Andorra. O desafio seguinte: planejar toda a logística para a repescagem das eliminatórias europeias, com jogo único contra a Polônia em Varsóvia e, em caso de sucesso, disputa pela vaga na Copa contra Suécia ou Ucrânia — em ambos os casos, fora de casa, apenas cinco dias depois.

Só com isso já organizado que a comissão técnica de Sylvinho iniciou a análise dos rivais. Primeiro Ucrânia, depois Suécia e, mais recentemente, a Polônia. Parte ofensiva, defensiva, bola parada… O treinador brasileiro também visitou pessoalmente…

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os líderes do elenco de sua seleção, o que nem sempre é fácil, por causa da agenda de treinos e jogos do atleta.

São 42 dias de trabalho, e se eu mostrar aqui, estou cheio e rodeado de todos os papéis possíveis e impossíveis”.

Albânia de Sylvinho enfrentou Polônia, Suécia ou Ucrânia na repescagem das eliminatórias europeias — Foto: Getty Images

— O conteúdo da conversa quase sempre é pela ausência, são muitas semanas, muitos dias longe, e a intenção é mostrar praticamente o que está sendo feito, seguir…

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dando uma linha, uma ordem, uma direção, trocando algumas boas ideias, porque se permite esses encontros. Às vezes eu acabo deixando um material ou outro. Deixar esse elo próximo, deixar viva essa chama e respeitando evidentemente os clubes.

Sylvinho está no comando da seleção da Albânia desde janeiro de 2023. De lá para cá foram 32 jogos, com 15 vitórias, sete empates e 10 derrotas. O time dele enfrentou nesse período os possíveis adversários da atual repescagem: duas vezes a Polônia, nas eliminatórias da Eurocopa; duas a Ucrânia, na Liga das Nações, e a Suécia num amistoso em 2024.

Sylvinho relembra experiência com a Albânia na Euro de 2024

Sylvinho relembra experiência com a Albânia na Euro de 2024

A comissão técnica reviu todos esses confrontos e seus respectivos contextos. O treinador brasileiro foi além e analisou também as eliminatórias europeias e a repescagem para a Copa do Mundo de 2022. Das três, só a Polônia se classificou — tirando a Suécia no final.

— Entre nós e Polônia, houve para mim o crescimento das duas seleções. É uma Ucrânia muito parecida com a de três, quatro anos atrás, e muito bem dirigida…

Subtítulo 1

. A Suécia tem grandes atletas, mas tem passado por momentos muito difíceis. Foi o mais difícil de fazer uma análise, ainda uma coisa muito cinza, não pela qualidade da seleção, não, mas pelas mudanças, outro treinador, outra metodologia, outra forma de jogar.

Entendi o ambiente do jogo, qualidade alta, técnica, tática, o nível de jogo, de ansiedade, de nervos altos, margem de erro mínima…

Subtítulo 2

. O que nos espera é um nível alto de jogo técnico, físico, psicológico, mental muito alto.

5 de 5 Sylvinho durante Croácia x Albânia — Foto: REUTERS

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