Polícia Civil prende ex-primeira dama de Firminópolis

A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Polícia de Firminópolis, prendeu em flagrante a ex-primeira dama da cidade, Nilza Rosa da Silva, pelo crime de usurpação de função pública. Ela foi presa no final da tarde desta sexta-feira, 6, na Secretaria Municipal de Saúde.

Segundo a Polícia Civil, Nilza estaria se passando por servidora da Secretaria de Saúde do Município e, com finalidade eleitoral, estaria intermediando a realização de consultas, exames médicos e doação de medicamentos custeados pelo município. Com isso, a ex-primeira dama pretendia que pacientes com problemas de saúde apoiassem certos candidatos a vereador e prefeito.

Durante a prisão, foram ouvidos funcionários da Secretaria de Saúde que confirmaram que ela, apesar de não ter nenhum vínculo com o serviço público, vinha agindo como se fosse Secretária de Saúde. Pessoas que buscaram atendimento na Secretaria também relataram terem sido atendidos por ela.

A ex-primeira dama do município, em virtude de condenações por improbidade administrativa, já teve seus direitos políticos suspensos. Com isso, ela não pode mais exercer cargos públicos.

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Minha Casa Minha Vida beneficia cidades com até 50 mil pessoas

O governo divulgou hoje, 22, as propostas selecionadas para a construção de moradias em áreas urbanas pelo Minha Casa Minha Vida (MCMV), em cidades de até 50 mil habitantes. A lista com as propostas selecionadas foi publicada pelo Ministério das Cidades, no Diário Oficial da União.

Trata-se da primeira seleção do MCMV com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social com este perfil (FNHIS sub-50). Serão 37.295 unidades habitacionais, em 1.164 cidades, de 26 estados.

A expectativa é que cerca de 150 mil pessoas sejam beneficiadas com “moradia digna para famílias de baixa renda, residentes nos pequenos municípios brasileiros”, informou o ministério. O investimento, segundo a pasta, será de R$ 4,85 bilhões.

“O foco são municípios com população inferior ou igual a 50 mil habitantes. As moradias atendem famílias com renda bruta mensal na Faixa Urbano 1 do MCMV, correspondente a até R$ 2.850, admitindo-se o atendimento de renda enquadrada na Faixa Urbano 2 (até R$ 4.700)”, detalhou o ministério.

Entre os critérios adotados para a seleção dos projetos está o de priorizar propostas que melhor atendam à demanda habitacional e observem “requisitos técnicos de desenvolvimento urbano, econômico, social e cultural, sustentabilidade, redução de vulnerabilidades e prevenção de riscos de desastres e à elevação dos padrões de habitabilidade, de segurança socioambiental e de qualidade de vida da população que será beneficiada”.

Com a divulgação das propostas selecionadas, estados e municípios terão de incluir, até 10 de dezembro, a proposta selecionada na plataforma Transferegov, programa nº 5600020240048, de forma a viabilizar a contratação pela Caixa Econômica Federal até o final do ano.

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