A fragilidade da direita sem Bolsonaro e o enfraquecimento do fascismo

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As disputas internas na direita se intensificam, com Malafaia e Damares em conflito sobre a CPMI das fraudes envolvendo igrejas. Malafaia não identificou líderes importantes envolvidos, enquanto Damares apontou ‘grandes igrejas’ sob suspeita. Michelle se alia a Tarcísio de Freitas contra Flávio Bolsonaro, considerado um candidato de segunda linha. A falta de lideranças de destaque é um desafio para a extrema-direita. A ausência de Bolsonaro deixa o fascismo vulnerável, recorrendo a fake news e estratégias frágeis para manter o Supremo sob ameaças. A mídia busca um nome para enfrentar Lula, mas Flávio não é visto como forte o suficiente. A prisão de Bolsonaro evidencia a fragilidade da direita, entregue a figuras de segunda linha. As denúncias contra figuras públicas de segunda categoria refletem o desalento do campo conservador. Mesmo com o bolsonarismo ativo, falta uma liderança capaz de rivalizar com Lula em 2026.

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