Bruno Lage, Ruben Amorim, Enzo Maresca e Xabi Alonso, treinadores de destaque, foram despedidos nesta temporada, evidenciando a natureza instável da profissão. Frequentemente, o treinador acaba sendo o bode expiatório em caso de maus resultados, sendo demitido para amenizar a pressão sobre dirigentes e jogadores.
Com menos treinadores do que jogadores, cada demissão é amplamente notada no meio futebolístico. Presidentes de clubes muitas vezes optam por dispensar o técnico como forma de demonstrar ação diante de resultados negativos, embora as responsabilidades sejam compartilhadas por diversos setores.
Os contratos dos treinadores passaram por mudanças, exigindo que permaneçam em silêncio após demissões para receberem indenizações. Antes, era comum ouvir treinadores se defenderem publicamente, mas atualmente a confidencialidade é prioritária, restringindo informações sobre os motivos das demissões.
Empregados como qualquer outro profissional, os treinadores também são protegidos por leis trabalhistas. Embora haja dúvidas sobre a natureza de seus contratos, as regras de demissão seguem o mesmo padrão, com direito a indenizações em casos de dispensa sem justa causa.
Os contratos dos treinadores são geralmente feitos a prazo, com cláusulas específicas para desligamentos inesperados. Em casos recentes, observou-se acordos que garantiam o pagamento até o término do contrato ou até que o profissional encontrasse um novo clube, evidenciando os riscos e a competitividade da profissão.
O Direito ao Golo homenageia o Vitória de Guimarães, vencedor da Taça da Liga, e os clubes Fafe e Torreense, que se destacaram na Taça de Portugal. O Fafe, em especial, surpreendeu ao eliminar equipes de níveis superiores, alcançando as semifinais e sonhando com a final no Estádio do Jamor, um marco na história esportiva.




