Bolsonaro começou a cumprir sua pena por chefiar organização criminosa em 25 de novembro, após período de prisão preventiva devido a tentativa de romper tornozeleira eletrônica. Apesar dos dramas expostos, há indícios de que ele não permanecerá nem meio ano na cadeia, com apoio da grande mídia que Lula não teve. Enquanto Lula resistiu 580 dias como preso político, Bolsonaro recebe tratamento diferenciado. Outra jogada a seu favor foi a atuação de Michelle ao pleitear retorno do marido para casa, algo que contrasta com a situação de outros condenados. A consulta de Moraes à Polícia Federal destaca a importância de preservar a vida, integridade física e dignidade humana, conceitos aparentemente esquecidos por Bolsonaro. Enquanto ele pode conquistar prisão domiciliar, outros envolvidos em atos criminosos enfrentam longas penas sem o mesmo suporte. A influência política e religiosa de Michelle pode ser decisiva na possível libertação de Bolsonaro, algo que seus advogados não conseguiram.



