O acordo entre Flamengo e West Ham para a venda de Lucas Paquetá por 41,25 milhões de euros ainda não foi concretizado devido a um impasse financeiro. O bilionário dono do clube londrino aceitou os valores propostos, mas a forma de pagamento se tornou um entrave. O processo de pagamento é dividido em várias parcelas ao longo dos anos, mas a falta de regulamentação financeira no Brasil complica a operação. O Flamengo não sendo uma entidade ligada ao Fair Play Financeiro, dificulta a negociação para os ingleses, que enfrentam taxas bancárias mais altas.
O clube vendedor poderia recorrer a um banco para adiantar o dinheiro, mas as taxas são maiores devido à origem brasileira do comprador. Enquanto clubes europeus estão sob regras mais rígidas, no Brasil a ausência de regulamentação financeira complica as transações. Diante desse cenário, o West Ham solicita um desembolso maior na primeira parcela, o que encarece a operação. O clube inglês pode acabar pedindo mais do que os 41,25 milhões de euros devido à complexidade do processo.
Apesar da vontade de Lucas Paquetá em sair, a negociação se arrasta devido à questão financeira. O jogador tem o desejo de se transferir, mas a demora na concretização do acordo pode afetar suas chances de participar da Copa do Mundo. Enquanto o Flamengo busca resolver as questões financeiras para viabilizar a venda, o West Ham pressiona por uma resolução rápida. O impasse entre os clubes mostra como questões financeiras podem impactar o mercado de transferências, mesmo quando todas as partes estão de acordo em relação aos valores envolvidos.




