O governo e a Eletrobras chegaram a um acordo sobre a participação do governo na empresa, estabelecendo que a União terá três cadeiras no conselho de Administração. A empresa estatal, localizada no Rio de Janeiro, anunciou que as negociações foram concluídas nesta sexta-feira (28) durante o mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além disso, o acordo prevê o aumento do número de cadeiras do governo no Conselho de Administração da Eletrobras, passando de um para três assentos, de um total de dez. A privatização da empresa ocorreu em 2022 e, desde então, as diretrizes para a participação da União na companhia estavam em discussão.
Um incidente envolvendo uma pipa atingiu uma subestação de energia da Eletrobras, causando um apagão em parte de São Paulo e Guarulhos. A empresa informou que está investigando o ocorrido e tomando medidas para evitar que situações similares voltem a acontecer.
Antes da ampliação acordada, o governo tinha direito a apenas um representante no Conselho de Administração da Eletrobras, que contava com nove assentos. Com a recente aprovação da empresa, o conselho passará a contar com um total de dez assentos, garantindo maior participação da União nas decisões estratégicas da companhia.
A relação entre o governo e a Eletrobras é fundamental para o setor energético no país, e a definição das diretrizes de participação no conselho é um passo importante para garantir a estabilidade e eficiência da empresa. A ampliação da representação governamental no conselho reflete o interesse mútuo em manter uma parceria sólida e transparente no desenvolvimento do setor.
Com o acordo firmado, espera-se que a Eletrobras possa continuar atuando de forma estratégica e eficiente no mercado de energia, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país. A ampliação da participação do governo no conselho de administração sinaliza um compromisso mútuo em trabalhar em conjunto para alcançar os objetivos comuns e promover o crescimento do setor energético.