Adolescente relata estupro coletivo e grupo investigado por crimes em série

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Um adolescente revelou à Polícia Civil que foi vítima de estupro coletivo aos 14 anos por pelo menos dois membros de um grupo agora sob investigação. Ele afirmou que a dinâmica dos dois casos foi semelhante, evidenciando uma possível ligação entre eles. Além disso, a Polícia Civil está investigando outras duas denúncias recentes contra o mesmo grupo suspeito.

Os foragidos por estupro coletivo se entregaram à polícia e agora são réus no caso. Uma adolescente afirmou que não denunciou o crime na época por ter sido filmada durante o abuso e ameaçada com a divulgação do vídeo. O medo de exposição a impediu de buscar ajuda por quase três anos. Esse novo caso se soma à acusação de estupro contra uma jovem de 17 anos em Copacabana.

A mãe da adolescente soube do abuso após a filha relatar o ocorrido durante atendimento psicológico, juntamente com a divulgação do caso de Copacabana. O adolescente de 17 anos investigado já mantinha relação com a filha, o que torna o caso ainda mais preocupante. A mãe relatou que outros homens entraram no quarto e agrediram a adolescente, em um cenário semelhante ao caso mais recente.

Outra jovem procurou a polícia e denunciou ter sido estuprada por um dos membros do mesmo grupo investigado por atacar uma adolescente de 17 anos em Copacabana. Com essa denúncia, já são três acusações contra o grupo. O delegado Ângelo Lages destacou que a investigação está em estágio inicial e novas vítimas podem surgir.

Os quatro réus pelo ataque em Copacabana foram identificados e são acusados do crime, com o agravante de a vítima ser menor de idade, além do crime de cárcere privado. Os suspeitos já respondiam a outros processos e agora se encontram sob investigação. A Justiça negou habeas corpus aos foragidos, mantendo-os sob custódia.

O ataque em Copacabana foi descrito pela vítima em depoimento à polícia, onde relatou ter sido levada para um quarto, onde foi forçada a praticar atos sexuais com vários homens. Câmeras de segurança do prédio registraram a chegada dos jovens e a saída da vítima. Exames de corpo de delito confirmaram lesões compatíveis com violência física e genética. A defesa de um dos réus negou veementemente as acusações e afirmou confiar na justiça para esclarecer os fatos.

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