Carolina estava acompanhada por Raul em seu apartamento na região Centro-Sul da capital mineira no momento em que ocorreu a tragédia. O advogado foi apontado como o responsável por arremessar Carolina pela janela do edifício no episódio que inicialmente foi tratado como suicídio. A investigação da Polícia Civil desvendou a verdade por trás da morte de Carolina, que chocou a sociedade e expôs a violência sofrida pela vítima.
Com a aceitação da denúncia pelo TJMG, Raul Rodrigues Costa Lages passa a responder pelo homicídio de Carolina da Cunha Pereira França Magalhães. O caso continua sendo acompanhado de perto pela justiça e pela opinião pública, evidenciando a importância da elucidação de crimes violentos como este, que inicialmente foram erroneamente interpretados pelas autoridades.



