O vice-presidente Geraldo Alckmin abordou a redução da jornada de trabalho no Brasil e a influência da tecnologia. Ele destacou a transformação no agronegócio com automação e inteligência artificial, apontando para menor necessidade de mão de obra. Alckmin citou a mudança no perfil dos trabalhadores no setor sucroalcooleiro, com a substituição do corte manual de cana por maquinário, afetando positivamente a saúde e a produtividade. Essa realidade se estende para outros setores da economia.
Em regiões como Ribeirão Preto, a tecnologia avançada permite fazer mais com menos pessoas, um cenário global impulsionado pela automação e uso de robôs na indústria e a previsão de tecnologias ainda mais complexas nos serviços, como na medicina. Apesar da tendência de redução da jornada de trabalho, Alckmin ressaltou a importância de considerar as especificidades de cada setor durante a transição. Ele defende a condução do tema pelo Congresso Nacional, com participação da sociedade, visando ajustar o ritmo e formato da mudança.
Como a tecnologia está transformando o trabalho no Brasil?
O vice-presidente Alckmin aponta para a diminuição da jornada de trabalho no cenário 6×1 com o avanço da tecnologia. Ele destaca a evolução no agronegócio, com a substituição de trabalhos manuais por automação e inteligência artificial. Além disso, Alckmin menciona a complementaridade entre automação e a saúde dos trabalhadores, ajustando o perfil demandado pelo setor.
O movimento em direção à menos horas de trabalho é notável na indústria e serviços, com a automação e tecnologias cada vez mais complexas assumindo funções antes realizadas por humanos. O vice-presidente ressalta a importância de direcionar o debate sobre a redução da jornada de trabalho conforme as especificidades de cada setor.
Qual o impacto das mudanças propostas por Alckmin?
As alterações propostas por Alckmin refletem uma tendência internacional, impulsionada pelo avanço tecnológico. A substituição de práticas manuais por automação pode impactar positivamente a produtividade, saúde dos trabalhadores e eficiência dos processos, contribuindo para uma economia mais tecnológica e menos dependente de mão de obra intensiva. A necessidade de considerar as particularidades de cada setor durante essa transição é essencial para garantir uma adaptação saudável e sustentável.



