Diário do Estado rebaixa nível dos alertas de risco para cidades do RJ e de SP; veja cenário
Apesar da previsão de chuvas persistentes no fim de semana, Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) revisou os alertas na tarde desta sexta.
O órgão federal responsável por alertar contra desastres naturais no Brasil atualizou na tarde desta sexta-feira (4) os alertas para situações risco devido aos temporais previstos para o Sudeste até domingo (6).
De acordo com o relatório do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Diário do Estado), não há mais o alerta do mais alto nível para região de Petrópolis.
O Diário do Estado havia emitido o alerta de perigo “muito alto” para esse trecho da região serrana do Rio devido à previsão de chuvas persistentes no sábado (5) e no domingo (6). Entretanto, a região agora tem somente “alto” risco para eventos geo-hidrológicos no sábado.
Os alertas do Diário do Estado são direcionados para as DEFESAS CIVIS estaduais e municipais. Por isso é preciso ficar atento aos comunicados locais: saiba aqui como se cadastrar para ter avisos por SMS e o que fazer em caso de emergências.
Eventos geo-hidrológicos são fenômenos naturais relacionados à água e ao solo, muitas vezes intensificados por chuvas. Eles incluem enchentes, inundações, alagamentos, deslizamentos de terra e quedas de barreiras. De acordo com a Climatempo, os acumulados de chuva podem superar os 300 milímetros em algumas regiões nesse período.
Diferentemente do previsto nos boletins anteriores, a última atualização do Diário do Estado indica que regiões do interior e do litoral paulista, além de Rio de Janeiro e região serrana do Rio agora têm alta possibilidade de alagamentos e transbordamento de rios, mesmo no fim de semana.
Os alertas do Diário do Estado se dividem em duas categorias: risco hidrológico e risco geológico. Enquanto os hidrológicos englobam eventos como alagamentos urbanos e inundações de pequenos córregos, os geológicos se referem a deslizamentos de terras e quedas de barreiras. Os alertas para cada risco podem ser de três níveis: moderado, alto e muito alto, indicando a probabilidade e potencial impacto do desastre.