Aliados de Bolsonaro reagem ao 8 de janeiro chamado de “farsa”

RETROSPECTIVA_2023 - Atos golpistas de 8 de janeiro. - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

De um lado, a esquerda clama pela defesa da democracia neste 8 de janeiro, data que marca os três anos dos atos golpistas. Por outro lado, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro rejeitam qualquer tentativa de golpe ao estado democrático. O ex-vereador e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, criticou o rótulo de ‘golpe’ dado às invasões de apoiadores de seu pai nas sedes dos Três Poderes. Ele afirmou que ‘um golpe que nunca existiu, uma perseguição suprema jamais vista na história do Brasil e leis sumariamente ignoradas’. Ele ainda pontuou que o que se vê não é justiça, democracia ou Estado de Direito, mas sim exceção permanente e vingança. A deputada federal Bia Kicis também criticou as comemorações no Palácio do Planalto, chamando o 8 de janeiro de ‘farsa’. O senador Flávio Bolsonaro usou um vídeo do presidente Lula para questionar a veracidade do 8 de janeiro, referindo-se a ele como ‘mentira’. Ele destacou que o ato em Brasília será marcado pela assinatura do veto de Lula ao projeto de lei que reduz as penas de condenados pelos atos golpistas. A Presidência está preparando uma solenidade especial para transmitir a decisão. O prazo final para o veto é 12 de janeiro.

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