Aliados de Bolsonaro reagem ao “tratamento desigual”

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O líder da oposição no Senado Federal, senador Rogério Marinho (PL-RN), avaliou que a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro é, no máximo, “o reconhecimento tardio de uma medida que teria sido adotada há muito tempo se fosse qualquer outro cidadão nas mesmas condições”.

Marinho citou o caso do ex-presidente da República, Fernando Collor de Melo, que “não houve essa limitação”.

Para Marinho, “fica evidente que Bolsonaro está sendo tratado como refém, com sua execução penal usada para intimidar seu grupo político”.

A bancada do PL potiguar na Câmara Federal também se manifestou acerca da decisão de prisão domiciliar para o ex-presidente Bolsonaro, como o deputado General Girão: “É evidente o alívio diante da concessão de prisão domiciliar a Bolsonaro, que agora poderá receber cuidados mais adequados, aumentando suas chances de enfrentar as diversas comorbidades médicas expostas ao longo dos últimos meses”.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou como “exótica” e “contraditória” a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão domiciliar por 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Rogério Marinho alertou que a “a lei precisa valer para todos, o Brasil não pode seguir refém de decisões que corroem a segurança jurídica e a confiança nas instituições”.

No entendimento do parlamentar, sem autocontenção do Judiciário, “resta ao povo eleger, em 2026, um Congresso com coragem para restaurar a separação de poderes e conter os abusos de um Supremo Tribunal Federal que se afasta de sua função constitucional”.

Segundo o líder oposicionista, diferente de Lula, que foi condenado por corrupção em todas as instâncias, “Bolsonaro não responde por desvio de recursos públicos, mas por uma narrativa construída para afastá-lo da vida pública.

“Não bastasse a condenação por um crime impossível, fruto de um julgamento político que atropelou direitos e garantias desde o início, a perseguição continua. Bolsonaro é alvo por suas opiniões e pela força política que representa”, acrescentou o senador.

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