Aliciamento e extorsão online: homem preso por abuso sexual infantil e automutilação – Saiba como denunciar

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Homem é preso suspeito de se aproximar de adolescentes pela internet, exigir
fotos íntimas e incentivar automutilação

Conforme polícia, homem utilizava estratégias sofisticadas de manipulação
emocional e tecnológicas, para dificultar detecção das atividades e preservar
anonimato. Ele usava vários codinomes e perfis falsos, ampliando o alcance que
tinha e dificultando a rastreabilidade dos crimes.

Violência e abuso sexual infantil: saiba como denunciar

Um homem foi preso suspeito de cometer crimes digitais contra crianças e
adolescentes, como aliciamento online, exploração sexual, extorsão emocional e
indução à automutilação. A prisão foi em Pernambuco, durante uma operação
conduzida pela Polícia Civil do Paraná (PC-PR).

A investigação aponta que o suspeito mantinha um padrão de comportamento
predatório, criando perfis falsos e assumindo diferentes identidades na internet
para se aproximar das vítimas. O nome dele não foi divulgado.

Depois disso, ele criava vínculos de confiança e dependência emocional com as
vítimas, todas menores de idade, e passava a exigir imagens íntimas e a prática
de automutilação, usando ameaças e chantagens para manter o controle
psicológico.

A corporação cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão. Segundo
a Polícia Civil, durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito foi
flagrado com material de abuso sexual infantil armazenado em um celular, o que
resultou em autuação em flagrante.

Conforme a polícia, o investigado utilizava estratégias sofisticadas de
manipulação emocional e tecnológicas para dificultar a detecção das atividades e
preservar o anonimato. Ele usava vários codinomes e perfis falsos, ampliando o
alcance que tinha e dificultando a rastreabilidade dos crimes.

As investigações continuam a fim de identificar se o há outras vítimas e
desarticular eventuais conexões com outras redes criminosas virtuais. A polícia
informou que o caso é tratado com prioridade, “diante da gravidade dos impactos
psicológicos e sociais causados às vítimas”.

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