Aos 77 anos, Antônio Auxiliador Batista decidiu marcar na pele um amor que sempre carregou no coração: sua ligação com Piumhi, no Centro-Oeste de Minas. Mesmo morando há mais de uma década em São Paulo, o aposentado fez sua primeira tatuagem para homenagear a cidade onde cresceu e construiu memórias inesquecíveis. O desenho escolhido tem um significado especial. Criado pelo próprio Antônio em 1983, ele traz o nome de Piumhi e a representação da Igreja do Morro da Cruz do Monte, um dos cartões-postais do município. A tatuagem foi feita em dezembro de 2024.
Antônio nasceu no distrito de Mutuca, em Capitólio, mas ainda criança se mudou com a família para Piumhi. Lá, viveu momentos marcantes que moldaram sua história. Mesmo distante, o vínculo com Piumhi nunca se rompeu. Ele fala com orgulho das conquistas da família na cidade, especialmente da mãe, que trabalhou na Santa Casa, tornou-se auxiliar de enfermagem e ficou conhecida como parteira. Mesmo distante, seu vínculo com Piumhi nunca se rompeu.
Adulto, deixou a cidade para continuar os estudos e buscar novas oportunidades em São Paulo. O destino, porém, o levou a reencontrar um conterrâneo. Mesmo distante, o vínculo com Piumhi nunca se rompeu. Ele fala com orgulho das conquistas da família na cidade, especialmente da mãe. Mesmo distante, seu vínculo com Piumhi nunca se rompeu.
A arte que hoje está marcada na pele de Antônio já tinha sido usada antes. Em 1983, ele criou o desenho em homenagem a Piumhi, que estampou camisetas que foram vendidas durante um evento no Parque de Exposições da cidade. Décadas depois, no Natal de 2024, durante um reencontro com os 10 irmãos em Piumhi, ele aproveitou a oportunidade para transformar a arte em tatuagem.
Em meio às lembranças da infância e juventude em Piumhi, Antônio eternizou seu amor pela cidade em forma de tatuagem. Aos 77 anos, realiza o desejo de marcar na pele o seu vínculo com a terra onde cresceu e construiu sua história. A escolha da icônica Igreja do Morro da Cruz do Monte e do nome da cidade em sua tatuagem simbolizam a forte ligação emocional que ele mantém com Piumhi. O gesto de Antônio destaca a importância do pertencimento e das raízes na construção da identidade de cada indivíduo.