Pesquisa realizada pela Quaest e divulgada recentemente aponta que o governo de Goiás, liderado por Ronaldo Caiado (União), conta com a aprovação de 86% dos eleitores locais, enquanto apenas 9% desaprovam sua gestão. O levantamento, que ouviu 1.104 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 23 de fevereiro, possui uma margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos. É interessante observar que houve um aumento de três pontos percentuais na parcela de pessoas que não souberam ou optaram por não responder, passando de 2% para 5%.
Os dados revelados pela pesquisa apontam para uma certa estabilidade na avaliação do governo Caiado. Em comparação com levantamentos anteriores, como o de abril de 2024, onde a aprovação era de 86% e a desaprovação de 12%, e o de dezembro do mesmo ano, com 88% de aprovação e 9% de desaprovação, nota-se uma relativa consistência nos números. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos, reforçando a importância dos resultados apresentados.
Além de avaliar a gestão de Ronaldo Caiado, a pesquisa também questionou os eleitores sobre a percepção do trabalho realizado pelo governador. A margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos se mantém, garantindo a precisão dos dados coletados. Outro aspecto abordado foi a opinião dos entrevistados em relação à possibilidade de Caiado eleger um sucessor de sua escolha, demonstrando a relevância do debate político no estado.
Outra questão levantada pela pesquisa foi a intenção de voto dos goianos para governador em 2026. O levantamento busca antecipar tendências e preferências dos eleitores, fornecendo subsídios para análises futuras. A importância de sondagens como essa se mostra fundamental para compreender o cenário político local e as expectativas da população em relação ao futuro do estado.
Os resultados apresentados pela Quaest evidenciam a aprovação significativa do governo Caiado em Goiás, assim como a estabilidade dessa avaliação ao longo do tempo. A condução da pesquisa, que ouviu mais de mil eleitores, reforça a representatividade dos dados obtidos e a relevância das informações para a tomada de decisões políticas. Por fim, a realização de pesquisas periódicas como essa contribui para o fortalecimento da democracia e a transparência no âmbito governamental.