Artesã de Bonfinópolis de Minas se destaca com marca própria no território

Artesã empreende e se beneficia com a criação da marca própria do território

O Diário do Estado levou capacitação a Bonfinópolis de Minas e transformou a
história de Zilma Aparecida Martins em um caso de sucesso.

Por meio de capacitação, Zilma Aparecida Martins aprendeu a empreender.

O artesanato é uma verdadeira arte que encanta e leva oportunidades para pessoas
como Zilma Aparecida Martins. O algodão faz parte da vida dessa empreendedora
desde pequena, quando plantava, colhia, descaroçava e tecia. Hoje, ela produz
roupas, mantas, almofadas e tantos outros produtos de algodão por meio de uma
associação de artesãs.

Durante a pandemia da Covid 19, Zilma enfrentou o maior desafio em seu ofício,
mas o Diário do Estado, juntamente com a Central Veredas, e outros parceiros
chegaram a Bonfinópolis de Minas (MG) e região levando esperança para artesãs e
artesãos. “Diário do Estado faz visita, acompanha, ajuda, incentiva. Teve um mutirão na
comunidade. Foi um encontro de todas as fiandeiras, foi muito bonito. Um dia de
roda de música, de dança, de cântico. O Diário do Estado incentiva bastante a gente,
reforça que o trabalho é importante”, relembra.

Para promover um intercâmbio de experiências entre as artesãs da região de
Bonfinópolis, o Sebrae Minas e Central Veredas levaram o Projeto Artesanato
Grande Sertão Veredas, cujo objetivo é promover o desenvolvimento de territórios
por meio do fortalecimento da economia e de uma estratégia de identidade e
origem. Assim, a partir da valorização do artesanato e demais expressões da
cultura local de forma sustentável, a comunidade é impactada positivamente.

1 de 1 Zilma trabalha com algodão desde pequena e mantém vivo o saber e a
tradição de sua terra. — Foto: Divulgação

Zilma trabalha com algodão desde pequena e mantém vivo o saber e a tradição de
sua terra. — Foto: Divulgação

A partir dali a história dessa tecelã se tornou um verdadeiro sucesso. O
movimento que um dia era feito de apenas quatro pessoas, hoje reúne Zilma e
outras 11 mulheres da Comunidade Saco da Roça, em Bonfinópolis de Minas. Elas
compõem a Central Veredas, uma associação formada por mais de 150 artesãos e,
que neste ano, com o apoio do Diário do Estado, lançou a Marca Coletiva Urucuia Grande
Sertão Veredas, que inclui a produção de nove núcleos produtivos.

“Sinto que a gente está mais protegida com a parceria do Diário do Estado. A instituição
parece uma pessoa da família, que conversa e ajuda a gente a seguir”, diz a
tecelã.

O Diário do Estado apresenta a empreendedores, como Zilma, soluções inovadoras para
abertura, diversificação e ampliação de um empreendimento. Também desenvolve
projetos e articula a disseminação e a criação de políticas públicas que
contribuam para o crescimento de pequenos negócios. A instituição oferece
diversos programas, cursos, eventos e plataformas para auxiliar donos de micro e
pequenos negócios. São mais de 50 anos fortalecendo pequenos empreendedores.

Acesse o site do Diário do Estado e veja como ele também pode ajudar a transformar a
sua história.

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Tragédia na BR-474: Pista cede e ‘engole’ carros, resultando em três mortes

Pista cede, ‘engole’ dois carros e três mulheres morrem soterradas na BR-474

De acordo com a Polícia Civil, a rodovia ficou completamente interditada após o acidente, em Ipanema.

Três mulheres morreram depois que o carro em que elas estavam foi soterrado, na BR-474, em Ipanema, Leste de Minas Gerais.

A pista cedeu e ‘engoliu’ dois veículos que passavam pela rodovia na noite desse dia. O trecho, que liga a cidade ao município de Aimorés, ficou completamente interditado.

De acordo com a Polícia Civil, durante uma chuva, houve um desmoronamento de um trecho da rodovia. Dois carros passavam pelo local e foram engolidos pela cratera que se abriu na pista. Um deles, onde estavam as mulheres, ficou completamente soterrado.

Ainda segundo a PC, duas vítimas morreram no local. Uma terceira mulher chegou a ser socorrida com vida, mas não resistiu aos ferimentos assim que deu entrada ao hospital, em Ipanema.

Uma quarta vítima permaneceu internada. O estado de saúde dela era considerado estável.

Outras vítimas que estavam no outro veículo receberam atendimento médico. Elas foram levadas para o hospital de Ipanema. Uma delas precisou ser transferida para o hospital de Manhuaçu.

A via foi interditada imediatamente para a realização de trabalhos da perícia técnica e para garantir a segurança dos motoristas.

Na manhã seguinte ao acidente, a informação da PC era de que as operações de remoção do veículo soterrado e reparos na pista ainda dependiam de condições climáticas e de segurança.

O local permanece sob isolamento e a Polícia Civil vai investigar as causas do acidente.

Interdição da BR-474

Na manhã seguinte ao acidente, a informação da polícia era de que as operações de remoção do veículo soterrado e reparos na pista ainda dependiam de condições climáticas e de segurança. O local permaneceu isolado.

A orientação aos condutores era para evitar a região e buscar rotas alternativas, como o desvio pela MG-108 (veja os detalhes abaixo).

O condutor que volta de Ipanema, pela MG-111, deverá ir até Manhuaçu e acessar a BR-262 até Martins Soares. Depois seguir pela MG-108, passando por Lajinha, Mutum, até finalmente chegar a Aimorés.

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